Dias E Noites De Amor E De Guerra

de Eduardo Galeano
idioma: português, português do brasil
Editor: L PM, Janeiro de 2008 ‧
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Dias e noites de amor e de guerra são histórias vividas em épocas de violência e intolerância. Relatos que resgatam a memória do terror étnico e político pelo mundo, com ênfase nos "anos de chumbo" da América Latina. A rotina daqueles que, por motivos políticos, se viam obrigados a abandonar suas casas, seus países, seus parentes, formando uma enorme diáspora de uruguaios, argentinos, brasileiros, paraguaios, chilenos etc. As pequenas e as grandes tragédias de uma época em que as ditaduras militares, com enorme violência, ocupavam quase a totalidade dos países latino-americanos.

Dias E Noites De Amor E De Guerra

de Eduardo Galeano

Propriedade Descrição
ISBN: 9788525410900
Editor: L PM
Data de Lançamento: Janeiro de 2008
Idioma: Português, Português do Brasil
Dimensões: 105 x 180 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 194
Tipo de produto: Livro
Coleção: L Pm Pocket
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9788525410900

SOBRE O AUTOR

Eduardo Galeano

Eduardo Galeano (1940-2015) – «inimigo da mentira e da indiferença», segundo John Berger – notabilizou-se como um dos mais apaixonados ativistas e escritores latino-americanos. Nos cafés de Montevideu, despertou para o «arco-íris da humanidade», para o colorido das gentes e dos pequenos gestos, e aprendeu a escutar a dignidade das vozes das ruas. Com um percurso intensamente político, Eduardo Galeano foi, nos anos 60, editor do mítico Marcha, principal jornal de esquerda uruguaio, e, se sonhara ser jogador de futebol em criança, cedo se tornou um ponta-de-lança dos oprimidos e dos sem-voz, fintando o silêncio a que estavam condenados. A publicação de Veias Abertas condenou o autor à prisão e forçou-o ao exílio na Argentina, onde esteve nas listas dos esquadrões da morte, e em Espanha. A sua voz alimentou o fogo de movimentos contestatários, ecoou entre o nevoeiro do Chiapas, em 1996, e entre os indignados de Madrid, em 2011. Na sua obra premiada, alheia a géneros, destacam-se a trilogia Memória do Fogo (1982-86), O Livro dos Abraços (1989), As Palavras Andantes (1993), Espelhos (2008) e Mulheres (2015).

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