Diário do Iraque

de Mario Vargas Llosa
Editor: Quasi Edições, fevereiro de 2007 ‧
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Protestos em massa por parte dos cidadãos, a opinião pública contra, negativas de muitos Governos … nada impediu a intervenção norte-americana no Iraque. Mas após a batalha, para lá das ruínas, o caos e a desolação, qual o futuro que aguarda os iraquianos? Mario Vargas Llosa viajou até ao cenário do conflito, falou com os líderes de opinião e gente da rua, recolheu testemunhos … O resultado foi uma magnífica série de reportagens publicada no diário El País, reunidas agora neste livro em conjunto com as fotografias de Morgana Vargas Llosa que o ilustrou.

Diário do Iraque

de Mario Vargas Llosa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895522385
Editor: Quasi Edições
Data de Lançamento: fevereiro de 2007
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 233 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Coleção: Biblioteca Primeiras Pessoas
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789895522385

SOBRE O AUTOR

Mario Vargas Llosa

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2010

Mario Vargas Llosa (1936-2025) nasceu em Arequipa, no Peru. Em 1959 abandona o seu país e, graças a uma bolsa, ingressa na Universidade Complutense de Madrid, onde faz provas de doutoramento, fixando-se de seguida em Paris. Sempre próximo da penúria, foi locutor de rádio, jornalista e professor de espanhol. Regressa ao Peru em 1964 e casa no ano seguinte com a sua prima Patrícia, com quem parte para a Europa em 1967, tendo vivido até 1974 na Grécia, em Paris, Londres e Barcelona – após o que volta novamente ao Peru. Em Lima pode, finalmente, dedicar-se em exclusivo à literatura e ao jornalismo, nunca abandonando a intervenção política. Depois de uma candidatura à presidência da República, fixou-se em Londres e, nos últimos anos, viveu entre Paris e Madrid, escrevendo romances e ensaios literários, percorrendo o mundo como professor visitante em várias universidades. Entre os muitos prémios que recebeu contam-se o Rómulo Gallegos (1967), o Príncipe das Astúrias (1986) ou o Cervantes (1994). Foi distinguido com o Prémio Nobel da Literatura em 2010. É um dos romancistas e ensaístas mais importantes da América Latina e um dos principais escritores da sua geração.

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