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Deus na escuridão

de valter hugo mãe

Livro eBook
editor: Porto Editora, janeiro de 2024
«Deus é exactamente como as mães. Liberta Seus filhos e haverá de buscá-los eternamente. Passará todo o tempo de coração pequeno à espera, espiando todos os sinais que Lhe anunciem a presença, o regresso dos filhos.»
Este livro explora a ideia de que amar é sempre um sentimento que se exerce na escuridão. Uma aposta sem garantia que se pode tornar absoluta. A dúvida está em saber se os irmãos podem amar como as mães que, por sua vez, amam como Deus.
Passada na ilha da Madeira, esta é a história de dois irmãos e da necessidade de cuidar de alguém. Delicado e profundo, Deus Na Escuridão é um manifesto de lealdade e resiliência.

Por mais de um motivo, cultivo uma admiração imensurável pela obra do escritor português Valter Hugo Mãe.

Raduan Nassar

Pasmo com a facilidade com que Valter Hugo Mãe transmuta a língua portuguesa (e não me refiro apenas a o remorso de baltazar serapião), como lhe imprime uma elasticidade de que a julgávamos desprovida, encontrando-lhe novos ritmos, inventando-lhe novas imagens, produzindo-lhe toda uma outra semântica.

Adolfo Luxúria Canibal

De ilha em ilha, de cultura em cultura, de descoberta em descoberta. Assim tem crescido a sua ficção mais recente, que de uma portugalidade inicial procura agora novas (e opostas) formas de encarar o mundo, a vida e a arte.

Luís Ricardo Duarte, Jornal de Letras

Deus na escuridão

de valter hugo mãe

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-03099-3
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: janeiro de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 27 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 288
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 978972003099311
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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Deus na Escuridão

Rui Pinto

Quem lê habitualmente as obras de Valter Hugo Mãe, não pode deixar de ficar surpreendido pela versatilidade dos temas e da prosa deste autor. Desta vez, em linguagem madeirense, conta-nos uma história que fala do amor fraternal e põe em equação se esse amor se pode comparar com o das mães. Este livro é Incontestavelmente um manifesto relato de sinceridade e da superação que as pessoas conseguem atingir para resolverem os seus problemas, passando por eles com leveza e sabedoria. Recomendo naturalmente.

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Lindo, terno, maravilhoso

Ler, um prazer adquirido

Deus na escuridão de Valter Hugo Mãe Prosa poética para descrever a democrática miséria na ilha da Madeira e a devoção para a suportar como sentido extremo da vida. Uma criança de dez anos é o narrador inicial. "Não se dava muito tempo à infância." Felicíssimo é a alcunha do dedicado irmão de Pouquinho, assim também chamado por ausência de sexo que, viviam na casa mais subida e mais pobre da ilha nos anos oitenta. Uma história tão corrida que se lê como se fosse cantada tal o ritmo marcado, que descreve a vida das gentes com bondade e inocência. O amor filiar e o amor fraterno. "Eu acho que Deus guarda para as mulheres um pedaço muito maior de ternura. " Deus na Escuridão é o capítulo 10 do início da segunda parte e nenhuma mãe fica indiferente ao comparar o imenso amor por um filho a Deus. "Deus é exatamente como as mães. Liberta seus filhos e haverá de buscá-los eternamente"

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Um amor que não se nomeia

Texto de Luísa Costa Macedo

Deus na Escuridão, Valter Hugo Mãe, Porto Editora Pode um amor de um irmão ser divino e igualado ao amor de uma mãe pelo seu filho, um amor tal que ama como Deus? Ao longo deste novo romance de Valter Hugo Mãe, encontramos uma escrita com um ritmo e um vocabulário muito próprios onde vamos acompanhando o crescimento de dois irmãos, Pouquinho e Felicíssimo dos Pardieiros, numa terra vertical de onde se avista um mar sem fim. Tendo a ilha da Madeira como cenário, mais especificamente a freguesia de Campanário no concelho da Ribeira Brava, entramos na vida desta família e das suas vizinhanças, dos seus trabalhos e provações diárias, mas também das suas alegrias e bondades, onde a solidariedade e o amor transbordam entre a beleza natural da ilha e a dureza da vida destes ilhéus nos anos 80. Um livro feito de imagens e emoções, com personagens e palavras que ecoam na nossa leitura como poesia, entre a estranheza e a fé, entre a dúvida e a humanidade.

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A não perder

Mariana Craveiro

Brilhante, como aliás já vem sendo hábito ao longo da obra de Valter Hugo Mãe. Este é um livro para ser apreciado em plena sinestesia, porque quando um poeta canta em prosa sobre um Jardim, todos os sentidos - até os mais adormecidos - dançam! Recomendo muito a leitura.

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Comovente

Andreia Morais

TW: Referência a Pensamentos Suicidas, Linguagem Explícita As ilhas contrastam a noção de proximidade com a noção de solidão, como se, longe de tudo o resto, coexistissemos numa grande vizinhança; como se, de repente, por entre rasgos de aproximação, a convivência se tornasse intrusiva, porque as fronteiras nem sempre são claras. Neste livro de Valter Hugo Mãe, deambulamor por esta ilha e por todas as ilhas que nos habitam. Numa narrativa tecida a poesia, com várias passagens que comovem, não vemos só uma ode ao amor materno, mas também ao papel do cuidador e à importância de cuidar. Assistimos a um vínculo familiar fortalecido a cada instante. Mas também ficamos a debater sobre até onde pode (ou deve) ir o nosso amor pelas nossas pessoas. Fui avançando lentamente, para desfrutar da melodia das suas palavras, para descobrir este lugar íngreme onde se exploram as diferenças, o medo, a culpa, a vergonha, a fé e, sobretudo, a lealdade

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Fascinante

MJR

Não desilude. Cada vez mais fã deste autor, que escrita maravilhosa

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Crianças precoces

Rui

Tal como Stefan Zweig em "Um Segredo Ardente", W H M projecta nesta obra as dúvidas pueris para análises de vida bem maduras. Diferente e magnifica capacidade do uso da palavra escrita por ambos os autores levanta também a questão de perceber a evolução geracional das verdes mentalidades juvenis ao longo do ultimo século.

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Que Hino ao amor entre irmãos!

Nidia Peres de Peniche

Já tinha lido Desumanização, Fabrica de Fazer Espanhóis, agora este ,Deus na Escuridão...Que lindo, também tenho uma irmã que adoro e mais que isso tenho 2 filhos, 2 rapazes gémeos de 29 anos e uma rapariga de 20, tem uma excelente relação de amor entre irmãos, os gémeos muito unidos e muito cúmplices, ela também muito querida por eles. Peço a Deus todos os dias para que sejam sempre assim que se gostem sempre, assim como Felicíssimo e Pouquinho! Que bela escrita a deste livro com as expressões madeirenses e com o toque unico de Valter Hugo Mãe! Dá gosto ler assim! Li este livro em dois dias nos intervalos dos meus afazeres de casa ao fim de semana, que não são poucos, só mostra o entusiasmo que me deu em o ler! Bem haja!

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Um canto onírico ao amor mais esquecido

Inês Filipa Fonseca

Acho sempre espetacular a facilidade com que Valter Hugo Mãe troca de narrativas de obra para obra. É quase impossível identificar um aspeto em comum entre todas, cada uma é única. O estudo que se revela a priori para o escrito final (as expressões madeirenses extraordinariamente inseridas); o caos da vida humana que deixa o próprio leitor embalado na sua confusão mental; a inserção de temas correntes, fulcrais ou críticos quanto à sociedade. Deu-me tanto que pensar que as minhas anotações são esquemas e diagramas de raciocínio no final dos capítulos. Fez-me, acima de tudo, olhar o meu irmão com outros olhos. Tal como Felicíssimo, "(...) sou um castelo construído em cima do meu irmão rei" (pág. 179) e, sem me aperceber, também eu imploro para que o meu irmão não parta sem o meu abraço. Como é bonito ter com quem repartir o mundo. Obrigada, Valter.

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Pura poesia

Ana Paula Cerqueira

Valter Hugo Mãe é, nas palavras do imortal Saramago, um tsunami na literatura portuguesa. Toda a sua obra confirma a previsão do mestre e, hoje, Valter Hugo é um dos escritores portugueses que se continua a afirmar como uma força telúrica. O novo romance leva-nos embalados na sensibilidade do escritor e mostra como é possível criar poesia em prosa. Mais um livro que ficará guardado no coração.

valter hugo mãe

Valter Hugo Mãe é um dos mais destacados autores portugueses da actualidade. A sua obra está traduzida em variadíssimas línguas, merecendo um prestigiado acolhimento em muitos países.
Autor dos romances: Deus na escuridão, As doenças do Brasil, Contra mim (Grande Prémio de Romance e Novela - Associação Portuguesa de Escritores); Homens imprudentemente poéticos; A Desumanização; O filho de mil homens; a máquina de fazer espanhóis (Prémio Oceanos); o apocalipse dos trabalhadores; o remorso de baltazar serapião (Prémio Literário José Saramago) e o nosso reino. Escreveu alguns livros para todas as idades, entre os quais: Contos de cães e maus lobos, O paraíso são os outros, As mais belas coisas do mundo, Serei sempre o teu abrigo e A minha mãe é a minha filha. A sua poesia encontra-se reunida no volume publicação da mortalidade. Publica a crónica Autobiografia Imaginária, no Jornal de Letras, e Cidadania Impura, na Notícias Magazine. Com excepção da poesia, que tem chancela Assírio & Alvim, toda a sua obra está publicada pela Porto Editora.

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