Desnudez Uivante

de José Marmelo e Silva

editor: Lumiar, novembro de 1993
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Romance de José Marmelo e Silva.

Desnudez Uivante

de José Marmelo e Silva

Propriedade Descrição
ISBN: 5600322579526
Editor: Lumiar
Data de Lançamento: novembro de 1993
Idioma: Português
Dimensões: 123 x 203 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 72
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 5600322579526
José Marmelo e Silva

José Marmelo e Silva nasceu em 1911, na freguesia de Paul, concelho da Covilhã. Frequentou o seminário do Fundão, donde "sai" com 17 anos, por incompatibilidades de Ser e de Pensar com o sistema e a instituição. Colabora, enquanto jovem, n’O Brado Académico, n’O Raio, da Covilhã, e na Mocidade Livre, de Castelo Branco. Na década de 30 colaborou no semanário lisboeta O Diabo, com o pseudónimo Eduardo Moreno e leccionou em Espinho no Colégio Pedro Nunes. Em 1932 publica "O Homem que Abjurou a Sociedade - Crónicas de Amor e do Tempo". Em 1937 funda, juntamente com outros intelectuais, a Editora Portugália, em Coimbra, que se inaugura com a publicação da 1.ª edição de "Sedução". Publica em 1939 a 1.ª edição de "Depoimento". Em 1940 licencia-se em Filologia Clássica na Faculdade de Letras de Lisboa. Publica a 1.ª edição de "O Sonho e a Aventura" em 1943. A partir de 47 fixa residência em Espinho, onde permanece até à data da sua morte. Publica em 1948 a 1.ª edição de "Adolescente"; em 1958 publica "Adolescente Agrilhoado", 1.ª edição acrescentada. No fim da década de 40 e década de 50 dedica-se à actividade agro-comercial, que constituía já um trabalho com raízes familiares. Na década de 60 colabora no Diário de Notícias e na revista Seara Nova. Em 1968 publica "O Ser e o Ter" seguido de "Anquilose" e em 1983 "Desnudez Uivante". Em 1987 é agraciado com a medalha de ouro da cidade de Espinho e em 1988 é condecorado pelo presidente da República com o grau de Comendador da Ordem de Mérito. Parte a 11 de Novembro de 1991. Foi o fim de uma vida que passou por uma adolescência dedicada ao "seminário"; uma juventude consagrada à "licenciatura, ao grego e aos clássicos"; um adulto dedicado ao "amor, amor, amor…" - como ele próprio anotou.

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