SINOPSE
displicuit nasus tuus (Juvenal)
Sei que tudo há-de vir depois
De revolutas as águas do outono
Quando o vento se desperta e vai
Em seu desvairado amor dos olmos.
E eu que nem gosto de poemas
Delicados se são os meus,
Que escolhi esse nome de árvore
Sabe-se lá por quem, reparo,
Depois de uma breve consulta, agora,
Que é muito usada em construções.
Bem posso calar-me aqui, eu sei
Que tudo há de vir depois.
Sei que tudo há-de vir depois
De revolutas as águas do outono
Quando o vento se desperta e vai
Em seu desvairado amor dos olmos.
E eu que nem gosto de poemas
Delicados se são os meus,
Que escolhi esse nome de árvore
Sabe-se lá por quem, reparo,
Depois de uma breve consulta, agora,
Que é muito usada em construções.
Bem posso calar-me aqui, eu sei
Que tudo há de vir depois.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789724128108 |
| Editor: | Edições Asa |
| Data de Lançamento: | abril de 2002 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 140 x 230 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 80 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789724128108 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |