De que falamos quando falamos cultura?

de Fernando Pereira Marques
Editor: Editorial Presença, abril de 1995 ‧
«De Que Falamos quando Falamos de Cutura?», hoje, na sociedade em que vivemos e no País que somos, onde nem a relativa euforia do anos 1994, quando Lisboa procurou ser a Capital Europeia da Cultura, permite iludir os problemas estruturais que continuamos a enfrentar neste domínio. Considerada predominantemente na sua dimensão política, é frequente tema de controvérsia e constitui matéria cada vez mais associada às opções profundas que marcam o nosso quotidiano. Todavia, num mundo complexo como o actual, a cultura não escapa a esta complexidade na sua multiplicidade de componentes. Complexidade com que se deparam os poderes públicos, os criadores, os profissionais e os cidadãos em geral. Este livro pretende ser um contributo útil para a reflexão necessária.

De que falamos quando falamos cultura?

de Fernando Pereira Marques

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722318648
Editor: Editorial Presença
Data de Lançamento: abril de 1995
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 223 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 156
Tipo de produto: Livro
Coleção: Pontos de Referência
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Antropologia
Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Sociologia
EAN: 9789722318648
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Fernando Pereira Marques

Fernando Pereira Marques (1948) diplomou-se na École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS) de Paris. É doutor de Estado em Sociologia pela Universidade Jules Verne/Picardie (Amiens-França), foi professor catedrático convidado na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, onde dirigiu o 2.º Ciclo de Ciência Política, e é investigador integrado no Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa (IHC). Entre outros cargos, foi deputado à Assembleia da República, dirigente nacional do Partido Socialista, membro da delegação portuguesa na União da Europa Ocidental (UEO) e na Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa. É autor de várias obras nas áreas do ensaio e da investigação, e é diretor da revista Finisterra (fundada por Eduardo Lourenço). Membro da Liga de União e de Ação Revolucionária (LUAR), foi preso durante uma operação em 1968, tendo cumprido três anos de reclusão. Sobre essa organização, publicou, na Coleção Ephemera da Tinta-da-china, os livros Uma Nova Concepção de Luta (2016) e O Desejo de Revolução (2024).

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