De Madrid A Nápoles

de Pedro António de Alarcon
idioma: espanhol
Editor: NAUSICAA, outubro de 2010 ‧
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Movido por el afán de comprobar por sí mismo la valía de las nuevas ideas que desde Francia e Italia estaban conmoviendo a Europa, Alarcón emprende en 1860 el viaje que da pie a este libro. Desde Marsella hasta Gaeta, pasando por el París licencioso de Napoleón III, por la liberal Ginebra, por una Saboya que quiere ser francesa, para terminar en una Italia dividida en lo más profundo de su ser por la revolución garibaldina. Las vívidas descripciones de Alarcón resultan de una amenidad casi novelesca, conjugando con la pericia de un maestro la historia con la aventura y el buen humor. Además del valor histórico del momento crucial que nos muestra, el relato de Alarcón es, a través sus apreciaciones y comentarios, un vehículo que nos deja ver de forma clara la España de mitad del XIX, con sus carencias, limitaciones y ese querer acercarse a Europa que ha sido una constante de nuestra historia. La narración de Alarcón nos transporta a la Italia de la reunificación, no como meros espectadores, sino más bien como compañeros de viaje, tal es la pericia de este guadijeño inmortal. De Madrid a Nápoles es en definitiva un libro de viajes en su sentido más pleno, sin que los casi ciento cincuenta años que han pasado desde que viera la luz por vez primera hayan podido restarle un ápice de su interés.

De Madrid A Nápoles

de Pedro António de Alarcon

Propriedade Descrição
ISBN: 9788496114326
Editor: NAUSICAA
Data de Lançamento: outubro de 2010
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 669
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Ciências Sociais e Humanas > Geografia
EAN: 9788496114326

SOBRE O AUTOR

Pedro António de Alarcon

Pedro António Joaquín Melitón de Alarcón nasceu a 10 de Março, de 1833, em Guadix, Espanha. Em 1847 muda-se para Granada para iniciar os seus estudos universitários, mas as dificuldades financeiras da família, levam-no a regressar à sua cidade natal. Embora não tivesse vocação para clérigo, a sua estadia num seminário inicia-o nas lides literárias, levando-o a escrever, entre 1848 e 1849, quatro obras para teatro, que revelaram a sua criatividade e capacidade efabulatória e romântica. Em 1853, decide abandonar a via eclesiástica e rumar para Cádiz, onde virá a dirigir a revista literária El Eco de Occidente, onde incluiu os seus primeiros contos. Em 1853, funda um jornal anticlerical e antimilitarista, que chega a alcançar grande popularidade. Em 1854, encabeça o movimento liberal em Granada, encontrando-se no período mais romântico da sua vida. Em 1859, ingressa voluntariamente no exército e escreve uma série de crónicas sobre cenários de guerra que foram compiladas no livro Diário de um Testigo de La Guerra de Àfrica. Em 1865, casa-se e dez anos mais tarde é eleito membro da Real Academia Espanhola. Um derrame cerebral provoca-lhe a morte, a 19 de Julho de 1891.

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