Daqui Houve Nome Portugal

de Eugénio de Andrade
Editor: Edições Asa, abril de 2000 ‧
Organizada pelo poeta Eugénio de Andrade, editada pela primeira vez por Cruz Santos em 1968, com direcção gráfica de Armando Alves, objecto de várias reedições em formato mais reduzido, "Daqui Houve Nome Portugal", antologia em verso e prosa que foi apelidada de "o mais belo retrato das pedras e das gentes do Porto", conhece agora uma "segunda vida", numa edição de luxo, revista e aumentada.

Os textos, de Fernão Lopes, Luís de Camões, Herculano, Ramalho, Júlio Dinis, Eça, Junqueiro, Nobre, Raul Brandão, Pascoaes, António Patrício, Aquilino, Almada Negreiros, Gomes Ferreira, Régio, Nemésio, Rodrigues Miguéis, Homem de Mello, Torga, Sena, Sophia, Ruben A., Agustina, Eugénio, José Bento, Fiama, Gastão Cruz, Mário Cláudio, Graça Moura, Fernandes Jorge, Sousa Braga, e outros, as ilustrações, pinturas e fotografias, a sobriedade gráfica, fazem desta obra um objecto único, de invulgar valor literário e artístico, e sem dúvida o mais belo livro sobre o Porto.

Lá na leal cidade, donde teve
Origem (como é fama) o nome eterno
De Portugal...
Camões

Daqui Houve Nome Portugal

de Eugénio de Andrade

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724123950
Editor: Edições Asa
Data de Lançamento: abril de 2000
Idioma: Português
Dimensões: 250 x 300 x 55 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 496
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Fotografia
Livros em Português > História > História em Geral
EAN: 9789724123950
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Eugénio de Andrade

Eugénio de Andrade, pseudónimo de José Fontinhas, nasceu a 19 de janeiro de 1923 no Fundão. Manteve sempre uma postura de independência relativamente aos vários movimentos literários com que a sua obra coexistiu ao longo de mais de cinquenta anos de atividade poética. Revelou-se em 1948, com As Mãos e os Frutos, a que se seguiria, em 1950, Os Amantes sem Dinheiro. Os seus livros foram traduzidos em muitos países e ao longo da sua vida foi distinguido com inúmeros prémios, entre eles o Prémio Camões, em 2001. Morreu a 13 de junho de 2005 no Porto, cidade que o acolheu mais de metade da sua vida.

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