Dachenka ou a Vida de Um Cachorrinho

de Karel Capek
Editor: Alfabeto, Janeiro de 2011 ‧
Quando ela nasceu, era uma coisinha branca tão insignificante que cabia na palma da mão; mas por ter um par de orelhas pretas e uma caudinha atrás, reconhecemos que era um cão, e como queríamos muito um cão menina, demos-lhe o nome de Dáchenka. Enquanto coisinha branca insignificante, era cega, sem olhos e, quanto às patinhas, bom, tinha ali dois pares de qualquer coisa a que poderíamos chamar, com boa vontade, de patas.

Dachenka ou a Vida de Um Cachorrinho

de Karel Capek

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898475008
Editor: Alfabeto
Data de Lançamento: Janeiro de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 162 x 246 x 11 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 88
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789898475008

SOBRE O AUTOR

Karel Capek

Karel Capek (Malé Svatonovice, 9 de janeiro de 1890 - Praga, 25 de dezembro de 1938). Novelista, dramaturgo e encenador checo. Conhecido pela sua peça realizada em 1921, R. U. R. (Rossum's Universal Robots), a mais famosa, onde inventou a palavra ROBOT. Escreveu ainda a sátira "Power and Glory" e o drama "The World We Live In". Formou-se na Universidade de Praga. Foi também editor do jornal de Praga e ensaísta político.
Karel Capek é considerado o maior autor checo da primeira metade do século XX. Foi o maior novelista da Checoslováquia e representante do seu espírito democrático. As suas peças de teatro estrearam na Broadway pouco tempo depois da sua estreia em Praga e os seus livros foram traduzidos em várias línguas. Os seus textos são marcados por uma escrita clara e apelativa, que o torna excecional.
Morreu no dezembro anterior ao início da Segunda Guerra Mundial. A sua morte resulta de um período de uma pneumonia originada por uma greve de fome e recusa de viver no seu país, depois dos aliados terem rejeitado ajuda à Checoslováquia para a proteger de Hitler. A Gestapo classificou-o como inimigo público n.º 2. Depois da guerra o trabalho de Capek foi relutantemente aceite pelo regime comunista checo, já que enquanto em vida Capek sempre se recusou a acreditar na utopia comunista, como alternativa à ameaça nazi.

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