D. Pedro V

Um Homem e Um Rei

de Ruben A.
Editor: Texto Editores, novembro de 2011 ‧
Trigésimo segundo rei de Portugal, D. Pedro V (1837-1861) apenas viveu 24 anos e reinou seis. Ainda assim, marcou de forma decisiva a história do Portugal contemporâneo.
Foi durante o seu reinado que se iniciou a Regeneração e Portugal entrou na modernidade - de que a inauguração do telégrafo e do caminho-de-ferro são talvez os exemplos mais evidentes.
Ruben Andersen Leitão considerava D. Pedro V o «primeiro homem moderno do nosso país» e, entre 1947 e 1974, dedicou-lhe nada menos do que dezasseis obras. Delas faz parte esta breve biografia que é, ainda hoje, um dos retratos mais penetrantes e completos do Rei Esperançoso, como D. Pedro V foi cognominado.

D. Pedro V

Um Homem e Um Rei

de Ruben A.

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724744759
Editor: Texto Editores
Data de Lançamento: novembro de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 163 x 242 x 13 mm
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > História > História de Portugal
Livros em Português > Literatura > Biografias
EAN: 9789724744759

Apenas de consulta

Regina

Livro muito básico para quem queria aprofundar mais os conhecimentos

Obra essencial

Rui Maia

Trata-se de conhecer uma obra essencial para uma leitura mais profunda relativa às dinâmicas do século XIX, período esse muito importante acerca da nossa evolução social e económica, onde D. Pedro V apesar da sua vida curta, foi fundamental para a adopção de novas políticas progressistas que tanto ajudaram a moldar o Portugal dos nossos dias. O monarca viveu pouco, mas o cunho das suas decisões foi eterno.

SOBRE O AUTOR

Ruben A.

Ruben Alfredo Andresen Leitão nasceu a 26 de maio de 1920, em Lisboa. Formado em Ciências Histórico-Filosóficas pela Universidade de Coimbra, foi docente na área da Língua e Cultura Portuguesas na Universidade de Londres entre 1947 e 1952. Estreou-se em 1949 com Páginas, misto de diário e ficção, um texto que sairia ao longo dos anos seguintes, em seis volumes. Destacam-se ainda, na novelística, os romances Caranguejo (1954), narrativamente escrito de trás para a frente, sem numeração de página, e A Torre da Barbela (1964), onde o autor funde a ficção biográfica e a ficção histórica. A segunda metade da década de 60 será marcada pela publicação dos três volumes autobiográficos O Mundo à Minha Procura. A sua escrita distingue-se pelo recurso a inteligentíssimos jogos de linguagem, desconstrução dos eixos narrativos tradicionais, subversão cronológica dos eventos passados e, claro, pela crítica irónica a uma certa forma de ser português. Alguns meses antes da sua morte, foi convidado a dar aulas na Universidade de Oxford. Morreu em Londres, a 26 de setembro de 1975.
No ano do centenário do seu nascimento, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa condecorou-o, a título póstumo, com o grau de Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada.

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