Correio Feminino

de Clarice Lispector
idioma: português, português do brasil
Editor: Rocco, dezembro de 2006 ‧
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Clarice começou a atuar na imprensa em 1940 - três anos antes de lançar seu primeiro romance, 'Perto do coração selvagem' - colaborando de modo intermitente com jornais e revistas até dois meses antes de sua morte, ocorrida em 1977. Reunidos pela primeira vez em livro, os textos de sua fase inicial abordavam os mais diversos temas, desde a educação dos filhos aos tratamentos de beleza; dos remédios contra os ratos à busca da felicidade; da escolha do perfume aos dilemas morais. Falava de tudo, passando do trivial ao transcendental com desconcertante desenvoltura. Assim, o que encontramos aqui é uma outra faceta, pouco conhecida e estudada, de Clarice. Uma faceta que irá certamente surpreender e encantar quem se embrenhar pelas páginas deste 'Correio feminino'.

Correio Feminino

de Clarice Lispector

Propriedade Descrição
ISBN: 9788532520456
Editor: Rocco
Data de Lançamento: dezembro de 2006
Idioma: Português, Português do Brasil
Dimensões: 150 x 230 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9788532520456

SOBRE O AUTOR

Clarice Lispector

A 10 de dezembro de 1920, nasce Clarice Lispector, que viria a tornar-se figura maior da literatura do século XX. Recebe, ao nascer numa aldeia da Ucrânia, o nome «Haia», que em hebraico significa «vida». No contexto de guerra civil e das perseguições à comunidade judaica — os pogroms —, a família decide emigrar: em 1922, Clarice Lispector aporta no Nordeste do Brasil, acompanhada pelos pais e as duas irmãs. Mudam de nome, começam uma nova vida.
Em 1939, Clarice Lispector vai estudar Direito no Rio de Janeiro. No ano seguinte, começa a trabalhar como jornalista e publica, numa revista, o primeiro conto. Não mais para de escrever. Perto do coração selvagem, o romance de estreia, sai em 1943, ano em que a escritora se casa com um diplomata brasileiro, seu colega de faculdade. Dez anos mais tarde, este romance sai em França, com capa de Henri Matisse, inaugurando um percurso internacional fulgurante.
A partir de 1944, Clarice Lispector vive em Nápoles, Berna, Torquay e Washington, acompanhando o marido na carreira diplomática. Regressa ao Brasil em 1959, após o divórcio. Morre em 1977, no Rio de Janeiro.
Escritos ao longo de quase quatro décadas, de Clarice Lispector estão publicados no Brasil cerca de vinte livros de ficção (entre romance e conto), vários volumes de crónicas, correspondência e artigos, e cinco livros para a infância. Autora de uma obra de incomparável relevância – publicada em Portugal, a partir de 2025, pela Companhia das Letras – e acolhida nas mais prestigiadas editoras de todo o mundo, Clarice Lispector é um ícone da literatura.

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