Contos

de Machado de Assis

idioma: português do brasil, português
editor: L&PM Editores, agosto de 2005
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Contos:
Missa do Galo, A Cartomante, O Espelho, Um Homem Célebre, Pai contra Mãe.
Foi Machado de Assis (1839-1908) quem elevou a literatura brasileira ao nível das melhores do mundo na sua época. Sua obra reflete a sociedade burguesa do final do século XIX, um Rio de Janeiro provinciano submetido às novidades de Portugal e Europa. Universal, como toda a grande literatura, a prosa de Machado (um dos maiores nomes do Realismo brasileiro) juntou o estilo impecável e a ironia à crítica mordaz e o humor. Construiu personagens imortais como Capitu e Bentinho, entre outros, e escreveu alguns dos maiores livros da literatura brasileira como Dom Casmurro, Quincas Borba e Memórias Póstumas de Brás Cubas.
Seu estilo está presente também nos contos, gênero que dominou e onde produziu verdadeiras obras--primas da literatura brasileira. Esta edição dos contos foi realizada segundo a solicitação de várias universidades que os incorporaram como leitura obrigatória no vestibular.

Contos

de Machado de Assis

Propriedade Descrição
ISBN: 9788525408921
Editor: L&PM Editores
Data de Lançamento: agosto de 2005
Idioma: Português do Brasil, Português
Dimensões: 100 x 170 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 117
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9788525408921
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
Machado de Assis

Machado de Assis é filho de pai mulato carioca e mãe açoriana. O escritor brasileiro nasceu no Rio de Janeiro em 1839 e morreu em 1908. Autodidata e ambicioso, tornou-se um clássico da língua portuguesa. Os primeiros poemas foram publicados na imprensa, seguindo-se-lhes crónicas, contos, romances e ensaios críticos. O seu primeiro livro de poesias, Crisálidas, foi publicado em 1864 e o seu primeiro romance, Ressurreição, em 1872. Iniciando a sua atividade literária em pleno Romantismo, tornou-se o autor mais importante da nova estética do Realismo e foi ainda contemporâneo do Parnasianismo e do Simbolismo. Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881) corresponde à fase do Realismo psicológico, em que o autor vai mostrar a ambiguidade fundamental do ser humano, a incapacidade humana de conhecimento do real, substituindo-o, assim, por uma mistificação. Esta demonstração é muito mais subtil do que a análise dos meros mecanismos hereditários e sociais próprios do Naturalismo. Quincas Borba (1891), Dom Casmurro (1899), Esaú e Jacob (1904) e Memorial de Aires (1908), são as obras-primas deste período. Por elas perpassa uma trágica ironia a par com uma visão sem ilusões da sociedade urbana carioca.

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