Contos de Encantar

de E. E. Cummings; Ilustração: Rachel Caiano
Editor: Ponto de Fuga, maio de 2018 ‧
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Poeta americano, dos maiores e mais inventivos da modernidade, E. E. Cummings (1884-1962) escreveu quatro maravilhosos Contos de Encantar para a filha e para o neto. Nesta primeira edição em português, ilustrada pelo traço sensível de Rachel Caiano, as palavras, ternas e mágicas, são também de Hélia Correia, que assina a tradução e o prefácio, descrevendo assim as histórias: «São textos jubilosos sobre o amor, o nascimento e o desfazer da solidão.

Sendo Cummings quem é, há a tendência para ler mais do que lá está escrito e cada um fará como quiser. A alegria da linguagem, as tentativas e os avanços rituais, próprios da literatura de encantar, são, porém, um valor absoluto que dispensa outras interpretações.»

Contos de Encantar

de E. E. Cummings; Ilustração: Rachel Caiano

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898881052
Editor: Ponto de Fuga
Data de Lançamento: maio de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 144 x 210 x 10 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 96
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Contos Fábulas e Narrativas > Infantil (6 a 10 anos)
EAN: 9789898881052

SOBRE O AUTOR

E. E. Cummings

Edward Estlin Cummings nasceu a 14 de outubro de 1894 em Cambridge, Massachusetts. Foi poeta, artista plástico, ensaísta e dramaturgo, sendo considerado um dos principais poetas modernistas da língua inglesa. Formado na Universidade de Harvard em 1916, seguiu no ano seguinte para França, servindo na Primeira Guerra Mundial como condutor de ambulâncias. Acusado de traição, foi preso durante três meses e dessa experiência nasceu a sua primeira obra publicada, O Quarto Enorme (1922). Um vanguardista no uso da linguagem, lançaria ao longo da vida mais de duas dezenas de títulos, de que se destacam os livros de poesia Tulips and Chimneys (1923) e XLI Poems and & (1925), a peça Him (1927) e o volume de ensaios i:six nonlectures (1953, traduzido em Portugal com o título eu:seis inconferências). Recebeu, entre outras distinções, o Prémio Bollingen de Poesia em 1958. Faleceu a 3 de setembro de 1962.

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