Como se Fosse o Último

de Miguel Miranda

editor: Campo das Letras, abril de 2004
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Como Se Fosse o Último é um conjunto de contos onde se retrata o universo urbano, habitado por personagens tão surrealistas quanto prováveis e credíveis. As histórias sucedem-se percorrendo os mais diversos graus do insólito, revelando-se irónicas, perturbadoras e de desfecho imprevisível. O amor, a paixão e a sensualidade são omnipresentes denominadores comuns, assumindo-se como o verdadeiro cerne da natureza humana, no que ela pode ter de mais inumano.

A trilogia do amor entre Fiona, a alternadeira, o inominado homem do fato de príncipe de Gales e Ruiz, o chulo; o estranho encontro entre Toninho, o entregador de pizas, e Lóris Máximo, a boazona, verberado pelo padre Jorge e pelo pedopsiquiatra; como Sahid, o homem-bomba, cumpriu ou não o seu destino, quando Juary, o extemporâneo condutor do autocarro, se lhe atravessou no caminho; a última greve do metropolitano do Rio de Janeiro furada por Rodrigão, o menino troncudo da favela que só queria conduzir comboios; o devaneio processual da justiça sobre o caso do lobisomem; a inusitada saga de Dionísio, o suicida compulsivo; estas e outras histórias se perfilam, nocturnas, ao longo do livro, transportando o leitor numa viagem ao glorioso mundo da insanidade escondida nos mais anódinos e comezinhos acontecimentos.

Como se Fosse o Último

de Miguel Miranda

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726107811
Editor: Campo das Letras
Data de Lançamento: abril de 2004
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 210 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 126
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789726107811
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
Miguel Miranda

Miguel Miranda é médico e autor de vários romances, livros de contos e livros infantis. Recebeu o Grande Prémio de Conto da Associação Portuguesa de Escritores pelo livro Contos à Moda do Porto (1996); o Prémio Caminho de Literatura Policial pelo livro O Estranho Caso do Cadáver Sorridente (1997); e o Prémio Fialho de Almeida em duas ocasiões, pelos livros A Maldição do Louva-a-Deus (2001) e Todas as Cores do Vento (2013). Foi, também, finalista do Prémio PEN Narrativa 2012 (Todas as Cores do Vento) e do Prémio Violeta Negra 2014 do Festival de Literatura Policial de Toulouse (Donnez Leur, Seigneur, le Repos Éternel, edição francesa de Dai-lhes, Senhor, o Eterno Repouso). Está traduzido em Itália e França e representado em diversas coletâneas. No catálogo da Porto Editora figuram já os seus romances Dai-lhes, Senhor, o Eterno Repouso, Todas as Cores do Vento e A Paixão de K, bem como o livro de contos A Fome do Licantropo e Outras Histórias.

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