Comédia dos Vivos e dos Mortos

Corvos e jacarandás

de Filomena Cabral
Editor: Arcádia, maio de 2013 ‧
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Em Comédia dos Vivos e dos Mortos, a actualidade sombria motiva cepticismo inevitável, implicando a necessidade de recorrer ao insólito, na tentativa de representar a população temente do devir. Destaque-se, todavia, a ligação imorredoira a lugares da memória afectiva dos portugueses, evidenciado o Brasil, no século XIX, com destaque para o Rio de Janeiro, pela ida da Corte para a América portuguesa. O século XVIII, dado a sua especificidade, dinamiza a narrativa, privilegiada a cidade de Paris, e contribui para impulsionar a acção na nossa capital, antecipando, de certo modo, gestos da revolução francesa: em Lisboa, após o terramoto, era executada a marquesa de Távora e familiares - a multidão extasiava-se, ante a brutalidade.

Comédia dos Vivos e dos Mortos

Corvos e jacarandás

de Filomena Cabral

Propriedade Descrição
ISBN: 9789892800738
Editor: Arcádia
Data de Lançamento: maio de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 218 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 248
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789892800738

SOBRE O AUTOR

Filomena Cabral

Nasceu no Porto.
Poeta, ficcionista e jornalista, tem participado em diversas Bienais Internacionais do Livro (S. Paulo, Rio de Janeiro) e na Feira Internacional de Cultura de Brasília; em Congressos de Língua e Literatura Portuguesas, organizados por universidades estaduais e federais (Universidade de S. Paulo - USP, Universidade Estadual de S. Paulo - UNESP, Pontifícias Universidades Católicas de S. Paulo e Rio de Janeiro - PUC, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, Universidade de Campinas - UNICAMP e Universidade Fedral de Pernambuco, Olinda). Participou ainda no I Congresso de Literaturas Lusófonas e Simpósio Internacional Mulher e Cultura (Santiago de Compostela), nos Encontros Internacionais de Poesia em Strugga (Macedónia) e Yverdon (Suíça) e no I Congresso de Literaturas Americanas, no Rio de Janeiro. Foi convidada pela Secretaria de Estado da Educação de S. Paulo para as Comemorações dos 500 Anos da Descoberta do Brasil, onde integra a Academia Lusíada de Ciências, Letras e Artes.
No "Memorial da América Latina", recebeu o Prémio Especial de Literatura Portuguesa, da Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA), em S. Paulo, e o Diploma de Mérito Cultural, pela Câmara Brasileira do Livro (Brasília). Nos EUA, foi considerada Woman of the Year, em 2001, e World Citizen, em 2002, pelo American Biographical and Research Institute; em 2003, foi-lhe atribuído o International Peace Prize, por The United Cultural Convention of the USA (Organização Internacional e Multicultural).

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