Carta Para Minha Mãe

de Georges Simenon
Editor: Cotovia, abril de 2001 ‧
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Um livro pungente, do criador do comissário Maigret, escrito três anos após a morte da sua mãe. Simenon confessa a incompreensão de uma mãe e de um filho, que acabaram por nunca conseguir amar-se. Já num livro anterior, “Pedigree”, o escritor fizera o retrato de uma mãe dominadora; em “Carta para Minha Mãe” relata alguns episódios que o marcaram, como quando a mãe, ao falar da morte do irmão mais novo de Simenon, diz: “Que pena que tenha sido ele a morrer!”; ou quando ela lhe devolve todo o dinheiro que ele lhe foi dando durante cinquenta anos para a ajudar.

«Um livro de compaixão.»
António Cabrita, Expresso, Cartaz

Carta Para Minha Mãe

de Georges Simenon

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727950201
Editor: Cotovia
Data de Lançamento: abril de 2001
Idioma: Português
Dimensões: 125 x 203 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 104
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9789727950201
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Georges Simenon

Georges Simenon (Liège, 1903 - Lausanne, 1989) começou a sua carreira como repórter e autor de romances populares, que assinava sob vários pseudónimos. Em 1931, escrevendo pela primeira vez em nome próprio, publicou Pietr-le-letton, que apresentou aos leitores o célebre comissário da polícia parisiense Jules Maigret, personagem que revisitaria em romances e contos ao longo das quatro décadas seguintes, ao mesmo tempo que o conjunto mais vasto da sua obra, composto em especial por criações literárias que o autor apelidaria de romans durs - romances duros, porque de escrita exigente -, forjava a sua reputação como um dos escritores essenciais do século XX. Traduzidos em mais de cinquenta línguas, lidos por várias gerações, os romans durs inspiraram dezenas de adaptações ao cinema por realizadores como Jean Renoir, Michel Audiard, Claude Chabrol ou Béla Tarr, e constituem um dos corpus literários mais notáveis e duradouros do cânone ocidental.

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