Capital Mueda

de Jorge Ribeiro

editor: Campo das Letras, abril de 2003
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Jorge Ribeiro é jornalista há 35 anos. Em Moçambique, para onde foi mobilizado em finais de 1971, fez reportagem de guerra durante 27 meses. No regresso, seleccionou a Coluna Mueda-Nangololo como um dos trabalhos que mais o marcaram - acima de tudo pela importância, dimensão, significado e resultados da operação, desencadeada na mítica capital da guerra portuguesa em África, Mueda. A Secção de Reportagem do Destacamento Fotocine, que chefiou, também recebia ordens da RTP, onde o responsável pela informação era o mesmo oficial que, a partir de Lisboa, controlava o que se passava nos três teatros de guerra. Os serviços da Censura faziam o resto. Muita da película que Jorge Ribeiro impressionou não chegou aos ecrãs, mas os seus textos sobreviveram. Foi o que aconteceu com Capital Mueda, uma das referências na Literatura da Guerra Colonial.

«Era este o clima de guerra.»
Pezarat Correia

«A tensão da guerra fielmente retratada nas suas facetas mais dramáticas.»
Inácio Semedo

«Só quem foi protagonista pode descrever a Guerra Colonial desta maneira.»
João Paulo Borges Coelho

«Com obras como esta ganhamos a dimensão da História.»
David Martelo

«É indubitavelmente literatura.»
José-Emílio Nelson

«É excelente.»
Luandino Vieira

Capital Mueda

de Jorge Ribeiro

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726107033
Editor: Campo das Letras
Data de Lançamento: abril de 2003
Idioma: Português
Dimensões: 134 x 209 x 22 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 168
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > História > História em Geral
EAN: 9789726107033
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
Jorge Ribeiro

Jorge Ribeiro nasceu no Porto em 1949. Jornalista, começou a escrever no semanário "Actualidades", no "Norte Desportivo", e a fazer rádio nos Emissores do Norte Reunidos (1969). Na tropa obrigaram-no a ser atirador, antes de tirar a especialidade de Fotografia e Cinema. Foi mobilizado para Moçambique, como repórter de guerra. Regressou a 24 de Abril de 1974. Nos meses seguintes fez parte da equipa de Manuel Alegre na Emissora Nacional e ingressou n' "O Primeiro de Janeiro". Integrou o colectivo que protagonizou no Porto o "caso da Rádio Renascença". Estudou jornalismo em Paris e em Praga. Estagiou (agências) na EFE, em Madrid, e (diários) no Izvestia, em Moscovo. Em 1978 foi trabalhar para o "JN", onde foi chefe de redacção. Foi presidente do TEP e secretário-geral da Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto.

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