Caminhos de Floresta

de Martin Heidegger
Editor: Fundação Calouste Gulbenkian, abril de 2002 ‧
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TEXTOS CLÁSSICOS -As raízes da cultura estão naquelas obras chamadas clássicas, obras cuja mensagem se não esgotou e permanecem fontes vivas do progresso humano. Por isso a Fundação, ao esquematizar o seu Plano de Edições, julgou que seria indispensável colocar ao alcance do público lusófono livros que marcassem momentos decisivos na história dos vários sectores da civilização. Da ciência pura à tecnologia, da qualidade abstracta ao humanismo concreto, procurar-se-á que os depoimentos mais representativos figurem nesta nova série editorial. Para dificultar ao mínimo o acesso do leitor, todas as obras serão vertidas em português e apresentadas com a dignidade e a segurança que naturalmente lhes são devidas. Integrando na língua pátrias estes grandes nomes estrangeiros, supomos contribuir para uma mais perfeita consciência da própria cultura nacional, cujos clássicos terão também o lugar que Ihes compete no Plano de Edições da Fundação Calouste Gulbenkian.

Caminhos de Floresta

de Martin Heidegger

Propriedade Descrição
ISBN: 9789723109443
Editor: Fundação Calouste Gulbenkian
Data de Lançamento: abril de 2002
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 218 x 32 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 458
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9789723109443
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Martin Heidegger

Martin Heidegger (1889-1976), filósofo alemão, nasceu em Messkirsh, uma pequena cidade católica a norte do lago de Constância, em Baden.
Na Universidade de Friburgo, de 1909 a 1913, fez estudos de Teologia, Filosofia e Ciências.
A sua dissertação de fim de curso foi sobre A doutrina do juízo no psicologismo e demonstra o seu interesse pelas Investigações lógicas de Husserl, de quem foi assistente e amigo e a quem dedicou a redação da sua obra mais célebre, Ser e Tempo, escrita na sua pequena casa de Todtnautberg, na Floresta Negra, e publicada em 1927.
Depois de suceder a Husserl na cátedra de Friburgo, em 1933, quando os nazis tomam o poder, aceita o cargo de reitor da universidade, mas demite-se um ano depois.
A sua adesão ao partido nacional-socialista é objeto de controvérsias.
Suspenso das suas funções de professor em 1945 pelas autoridades das forças de ocupação, pronuncia conferências.
Vendo a sua influência aumentar progressivamente, foi readmitido em 1951 e lecionou até 1957 como professor jubilado.

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