Cadeia da Relação/ Chain of Connections

de Júlio Pomar
Editor: Livraria Civilização Editora, março de 2008 ‧
Júlio Pomar é provavelmente o mais reconhecido artista português em Portugal. O seu trabalho começou no fim dos anos 1940, altura em que era a figura principal do movimento do Realismo Social, sendo ao mesmo tempo muito activo na resistência política à ditadura. O seu activismo político valeu-lhe mesmo cadeia. Em 1963 exilou-se em Paris, onde desenvolveu uma obra que regressaria ao país via importantes exposições organizadas pela Fundação Gulbenkian. A sua pintura tornou-se abstracta e informal.

A exposição "Cadeia da Relação" foca um período específico do seu trabalho, desenvolvido nas décadas de 1950 e 1960, altura em que surgem as suas primeiras assemblages e uma série de pinturas que resultam de um confronto entre a tela crua e a cor e nas quais a colagem desempenha um papel central.

Este catálogo documenta a exposição, incluindo, além de imagens das obras expostas, um ensaio de João Fernandes (director do Museu de Serralves), uma entrevista com o artista e uma lista de exposições e biografia.

Cadeia da Relação/ Chain of Connections

de Júlio Pomar

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722626842
Editor: Livraria Civilização Editora
Data de Lançamento: março de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 216 x 265 x 25 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 180
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Pintura
EAN: 9789722626842

SOBRE O AUTOR

Júlio Pomar

Júlio Pomar (Lisboa, 10 de janeiro de 1926 — Lisboa, 22 de maio de 2018). Frequentou a Escola de Arte Aplicada António Arroio e a Escola de Belas-Artes do Porto. Lá, integrou um movimento que se autointitulava «Os Convencidos da Morte» e organizou a primeira Exposição da Primavera, no Ateneu Comercial, com a participação de artistas antifascistas. Em 1950, realizou em Lisboa uma exposição individual na Sociedade Nacional de Belas Artes, onde apresentou obras marcantes da pintura portuguesa. Até 1975, o seu trabalho incide principalmente no retrato, com recurso ao desenho e à pintura. Substituiu o óleo pelo acrílico. Tem uma Fundação com o seu nome.

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