Beau, Um Amigo para Todas as Horas

de Anna Quindlen
Editor: Gradiva, agosto de 2008 ‧
A vida de um cão bom é como a vida de uma pessoa boa, apenas mais breve e mais compacta», afirma Anna Quindlen, vencedora do Prémio Pulitzer, sobre o seu querido Labrador retriever preto, Beau. De uma forma muito sua, cheia de sabedoria e humor, Quindlen reflecte sobre o modo como a sua vida se desenrolou paralelamente à de Beau e fala-nos das lições que aprendeu observando-o: a aparar os golpes da vida; a aceitar as coisas como elas surgem; a pensar no presente, e não em termos de passado e futuro; a erguer o nariz no ar, pelo menos metaforicamente, e dizer «aqui há gato!»

Sobre o cão que em tempos tivera reflexos rápidos mas perdera essa capacidade, Quindlen recorda: «Chegou uma altura em que se lhe atirássemos um pedaço de comida, o mais provável era que não o visse sequer. Mas se puséssemos um lombo de porco a assar no forno, ele ainda começava a arfar como um anónimo numa chamada telefónica obscena. A visão e a audição podiam ter desaparecido, mas o faro era eterno. E a cauda, a cauda ainda se agitava, ainda que apenas a meia haste. ‘Quando parar’, pensei mais do que uma vez, ‘nós saberemos.’»

Comovente e agridoce, Cão bonito. Vem à dona., constitui uma homenagem sentida a um amigo leal e muito amado e oferece-nos uma lição de vida sobre os nossos familiares de quatro patas: por vezes, um cão velho tem coisas novas para nos ensinar.

Beau, Um Amigo para Todas as Horas

de Anna Quindlen

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896162597
Editor: Gradiva
Data de Lançamento: agosto de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 143 x 208 x 11 mm
Páginas: 96
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789896162597

SOBRE O AUTOR

Anna Quindlen

Anna Quindlen é uma autora, jornalista e colunista de opinião norte-americana, cuja escrita cativa profundamente os seus leitores. Em 1992, recebeu o Prémio Pulitzer pela sua coluna no New York Times. Começou a sua carreira jornalística em publicações como o New York Post e o New York Times, mas foi em 1995 que decidiu deixar o jornalismo para se dedicar à literatura.
Autora de dez romances, Quindlen é especialmente conhecida pela obra One True Thing, um livro semiautobiográfico que foi adaptado para o cinema em 1998, com Meryl Streep no papel principal. Grande parte da obra é inspirada na sua mãe, que faleceu de cancro do ovário quando Quindlen tinha apenas 19 anos. As suas reflexões sobre a vida, as perdas e as complexidades da condição humana continuam a tocar os leitores, e a sua escrita é, sem dúvida, uma janela para as emoções mais profundas e genuínas.

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