Batalha Naval do Cabo São Vicente

A Marinha portuguesa nas guerras liberais

de José António Rodrigues Pereira
Editor: Tribuna da História, outubro de 2011 ‧
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Após a derrota do projecto eurocêntrico de Napoleão, o Congresso de Viena em 1814/1815 reorganizou as fronteiras da Europa e trouxe a paz entre as nações, mas as novas ideologias liberais trazidas com as revoluções Americana e Francesa levaram ao despoletar de revoluções sociais, que nas colónias ibéricas americanas se traduziram por revoltas de emancipação e em muitos países europeus resultaram em guerras civis. Em Portugal em 1832 uma guerra civil opôs os liberais de D. Pedro, empenhados em implantar um regímen político constitucionalista parlamentar, aos tradicionalistas de D. Miguel, decididos a manter a legitimidade do regime de monarquia absolutista vigente. Neste combate, em que a maioria de meios militares e de apoio popular de uns era compensado pela sucessão de erros tácticos próprios e pelo maior apoio estrangeiro dos outros, desenvolveu-se uma situação de estagnação política e de irresolução dos combates terrestres. Portugal, com a sua longa fronteira marítima, oferecia condições evidentes para utilizar meios navais de utilidade logística e com força de combate consequente neste teatro estratégico de operações. A boa utilização do poder naval irá viabilizar a vitória Liberal.

Batalha Naval do Cabo São Vicente

A Marinha portuguesa nas guerras liberais

de José António Rodrigues Pereira

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898219336
Editor: Tribuna da História
Data de Lançamento: outubro de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 198 x 278 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 136
Tipo de produto: Livro
Coleção: Batalhas de Portugal
Classificação Temática: Livros em Português > História > História de Portugal
EAN: 9789898219336

SOBRE O AUTOR

José António Rodrigues Pereira

José António Rodrigues Pereira nasceu em Lisboa em 7 de junho de 1948, entrou para a Escola Naval em 1 de setembro de 1966, sendo promovido a capitão-de-mar-e-guerra em 27 de julho de 1999. Foi professor da Escola Naval, de 1982 a 1990 e de 2006 a 2010. Esteve colocado no Departamento de Relações Bilaterais da Direção-Geral de Política de Defesa Nacional (1991-1995) e foi diretor do Museu de Marinha (2006-2010). É académico emérito da Academia de Marinha e académico honorário da Academia Portuguesa da História.

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