As Quatro Vidas do Salgueiro

de Shan Sa
Editor: Casa das Letras, novembro de 2005 ‧

Uma grande história de amor, uma travessia da China eterna, onde se cruzam fantasmas e guerreiros, as mulheres caminham com os pés enfaixados e os homens caçam com falcões.

Na China, o salgueiro-chorão simboliza a morte e o renascimento. Será que um ramo de salgueiro se pode transformar numa mulher condenada a perseguir o amor ao longo dos séculos?
Além de contar a epopeia destas «almas errantes» em quatro períodos, correspondentes a outras tantas (e diferentes) Chinas – do bulício dos sonhos e poeira de Pequim, aos silêncios da Cidade Proibida, da era das cortesãs vestidas de seda à Revolução Cultural, das estepes cavalgadas pelos tártaros aos arrozais regados com o sangue dos Guardas Vermelhos –, Shan Sa põe em cena a paixão: dois seres que se procuram e se perdem. Tudo os separa, todas as tragédias de um povo antigo se interpõem entre ambos. No meio do tumulto, só mesmo um milagre os poderia unir...
As Quatro Vidas do Salgueiro são uma história de amor que percorre os labirintos da memória chinesa, desde a dinastia Ming aos últimos sobressaltos do Império Chinês.
Uma bela fábula com o sabor do chá amargo.

As Quatro Vidas do Salgueiro

de Shan Sa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724616230
Editor: Casa das Letras
Data de Lançamento: novembro de 2005
Idioma: Português
Dimensões: 227 x 148 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 168
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789724616230
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Shan Sa

Shan Sa, poetisa, calígrafa e romancista, Shan Sa nasceu em Pequim em 1972, no interior de uma China destruída pela Revolução Cultural. Com oito anos apenas, publicou alguns poemas no jornal O Diário do Povo, passando a ser a mais jovem poetisa do seu país. Em 1990, aos 17 anos, trocou a cidade natal por Paris e o chinês pela língua francesa, tornando-se, dez anos mais tarde, numa autora de língua francesa reconhecida pela crítica e estimada pelo público que esgota sucessivas edições das suas obras.
Como romancista, escreveu A Porta da Paz Celeste (Prémio Goncourt para o Primeiro Romance), A Jogadora de Go e Imperatriz, todos já editados pela Casa das Letras (antiga Editorial Notícias). A Quatro Vidas do Salgueiro recebeu o prémio Cazes. Publicou, ainda, um livro de poemas, Le Vent Vif et le Glaive Rapide, e o álbum Le Miroir du Calligraphe.

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