As Longas Noites de Caxias

de Ana Cristina Silva
Editor: Planeta, abril de 2019 ‧
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Um romance poderoso e emocionante sobre duas mulheres que viveram intensamente a ditadura. Leninha, a mais temida e poderosa figura feminina da polícia política portuguesa: a PIDE; e Laura, uma das vítimas que mais sofreu às mãos da terrível agente. Baseado na vida de uma figura tão terrível como fascinante: a mulher que chegou mais alto na hierarquia da PIDE, ainda hoje uma grande desconhecida para a maioria dos portugueses.

As Longas Noites de Caxias

de Ana Cristina Silva

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897772191
Editor: Planeta
Data de Lançamento: abril de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 234 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 200
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897772191

Necessário

AS

Nesta época de fáceis esquecimentos, convém voltar a olhar para o que não se deve repetir. Não é o melhor romance sobre o tema que li, mas é útil e merece ser lido e relido.

Leitura cativante

António Carvalhão

Achei o livro fabuloso, a técnica de alternar capítulos entre o presente (entendam-se as noites de Caxias) e o passado leva a que o leitor não queira parar de ler; dá-nos a conhecer factos históricos através de uma leitura muito fácil; recomendo vivamente.

Um retrato sobre uma época negra

J Lopes

Um livro que retrata uma época que nos privou do que hoje nos parece mais elementar: a liberdade e o direito de opinião. Uma visita obrigatória aos tempos da perseguição, da tortura e da luta pelos caminhos que abril abriu. Não, não é ficção! Caxias e as longas noites de tortura existiram mesmo.

SOBRE O AUTOR

Ana Cristina Silva

Ana Cristina Silva nasceu em Lisboa e é professora universitária no ISPA – Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida na área de Aquisições Precoces da Linguagem Escrita, Ortografia e Produção Textual. Autora de 16 romances e de um livro de contos, foi três vezes finalista do Prémio Literário Fernando Namora (2011, 2012 e 2013), que venceu em 2017 com o romance A Noite Não é Eterna. Recebeu também o Prémio Literário Urbano Tavares Rodrigues pelo romance O Rei do Monte Brasil, em 2012.
Depois de Bela, biografia ficcionada de Florbela Espanca, e de À Procura da Manhã Clara, retrato ficcional de Annie Silva Pais, filha do último diretor da PIDE, publica agora El-Rei, Nosso Senhor, Sebastião José, o seu terceiro romance com chancela Bertrand Editora.

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