Aranmanoth

de Ana Maria Matute
Editor: Difel, abril de 2001 ‧

Membro da Real Academia Española de la Lengua
Premio Planeta
Premio Nadal 1948
Premio Fastenrath de la Real Academia Española
Premio Nacional de Literatura Infantil y Juvenil 1984
Premio de la Crítica Española
Premio Nacional de Literatura Española

Passado na Idade Média, Aranmanoth – Mês das Espigas no calendário carolíngio - é a história de um rapaz que luta por encontrar um lugar num mundo e num tempo aos quais não pertence totalmente. A sua natureza meio mágica – a sua mãe era a mais jovem das fadas da água – e meio humana, não deixa que a sua vida transcorra como a dos restantes mortais; obedecendo a misteriosos sinais que surgem das folhas das árvores ou dos pássaros que atravessam os céus, partirá em busca de um destino implacável no qual descobrirá o amor, a dor e a morte.
ranmanoth é, afinal, a história da procura de um sonho, de uma obsessão, é um romance que concentra e revela, como num microcosmo, toda a complexidade do ser humano, com as suas constantes contradições, conflitos, encontros e desencontros. Porque a vida não é apenas o que se vê à vista desarmada; os desejos e os sonhos podem, em certas ocasiões, ter tanto ou mais poder que a própria realidade com a qual irremediavelmente se chocam.

Aranmanoth

de Ana Maria Matute

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722905411
Editor: Difel
Data de Lançamento: abril de 2001
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 230 x 30 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 208
Tipo de produto: Livro
Coleção: Literatura Estrangeira
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9789722905411
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Ana Maria Matute

Ana María Matute (Barcelona 1925) recebeu os prémios literários mais prestigiados pela sua obra, na qual figuram os romances Los Abel, Fiesta al Noroeste, Pequeño teatro, Los hijos muertos, Primera memoria, Los soldados lloran de noche, Olvidado Rey Gudú e Aranmanoth. Membro da Real Academia Española e da Hispanic Society of America. Em 2007 foi galardoada com o Premio Nacional de las Letras. Em 2009 a Planeta publicou Paraíso Inabitado. A 27 de Abril de 2011 recebeu o Prémio Cervantes, o mais prémio concedido da literatura em castelhano, corolário de uma carreira brilhante.

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