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Antropologia e Graça
Editor:
UCP Editora, maio de 2011 ‧
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SINOPSE
A existência humana não se desenrola num espaço neutro, mas sim num espaço que é envolvido pela graça de Deus: "Ora nós sabemos que Deus concorre em tudo para o bem dos que O amam, daqueles que, segundo o seu desígnio, são eleitos. Porque os que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que este fosse o Primogénito de muitos irmãos. E aos que predestinou, a esses também os chamou; e aos que chamou, a esses justificou; e àqueles que justificou, também os glorificou" (Rom 8,28-30).
Embora tudo seja envolvido na bênção e na graça, não deve esquecer-se a coragem de Santo Agostinho e de S. Tomás os quais recordam que no tema da eleição está presente uma irrecusável dimensão de juízo, inscrito no próprio risco que representa o exercício da liberdade e, por isso, o mistério da graça há-de ser vivido numa atitude de humildade e de santo temor. Mas a grande consolação é formulada por S. Paulo, o qual vê toda a realidade a partir da sua experiência de ser amado: "Ele amou-me e entregou-se por mim" (Gal 2, 20). Este tema é igualmente formulado por S. João na figura do discípulo que Jesus amava e que diz a própria experiência do apóstolo. Isto é narrado, porém, para que cada crente faça a mesma experiência de ser amado de um modo único e irrepetível por Deus, que ama pessoal e divinamente todas as suas criaturas, todos os seus filhos. O princípio de predilecção de S. Tomás de Aquino procura traduzir esta relação pessoal de Deus com cada homem. A existência humana, mas sobretudo a existência cristã, há-de colher o seu sentido, mesmo escatológico, como a resposta a um grande amor, que aceite é salvação, que rejeitado é condenação. Que cada um se esforce por corresponder ao amor e ser contado entre os que se salvam, porque muito amaram.
Embora tudo seja envolvido na bênção e na graça, não deve esquecer-se a coragem de Santo Agostinho e de S. Tomás os quais recordam que no tema da eleição está presente uma irrecusável dimensão de juízo, inscrito no próprio risco que representa o exercício da liberdade e, por isso, o mistério da graça há-de ser vivido numa atitude de humildade e de santo temor. Mas a grande consolação é formulada por S. Paulo, o qual vê toda a realidade a partir da sua experiência de ser amado: "Ele amou-me e entregou-se por mim" (Gal 2, 20). Este tema é igualmente formulado por S. João na figura do discípulo que Jesus amava e que diz a própria experiência do apóstolo. Isto é narrado, porém, para que cada crente faça a mesma experiência de ser amado de um modo único e irrepetível por Deus, que ama pessoal e divinamente todas as suas criaturas, todos os seus filhos. O princípio de predilecção de S. Tomás de Aquino procura traduzir esta relação pessoal de Deus com cada homem. A existência humana, mas sobretudo a existência cristã, há-de colher o seu sentido, mesmo escatológico, como a resposta a um grande amor, que aceite é salvação, que rejeitado é condenação. Que cada um se esforce por corresponder ao amor e ser contado entre os que se salvam, porque muito amaram.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789725402962 |
| Editor: | UCP Editora |
| Data de Lançamento: | maio de 2011 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 151 x 234 x 12 mm |
| Encadernação: | Capa dura |
| Páginas: | 152 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Estudos Teológicos |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Religião e Moral
>
Ciência e História das Religiões
|
| EAN: | 9789725402962 |
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