Amora Real I

No Início era... a Saga

de Helena de Mattos
Editor: Edição do Autor, novembro de 2025 ‧
Amora Real I - No início era... a Saga da coleção Terra do Azul. O primeiro de uma trilogia que, numa performance humana atravessa barreiras do consciente/inconsciente em aleatória, espontânea entropia literária, em que a autora convida o leitor a viajar com ela através de um portal do Tempo e, vivenciar os acontecimentos, in loco.

Este livro é numa singela homenagem a seu bisavô materno - um bastardo. Pretende pôr a nu a problemática das crianças abandonadas, sécs. XVIII/XIX, calamidade pública, à época. "Uns acarinhados e/aceites, outros votados à sua sorte na Roda (instituição para órfãos); Misericórdias; (...) na rua; à porta de outros;... em nome da Moral e dos Bons Costumes".

Referências à História de Portugal, Astronomia, Filosofia, Religião, Mitologia (grega, romana, nórdica...), são frequentes ao longo da obra para contextualizar. Notas de rodapé sucedem-se amiúde.

Escrita em língua portuguesa, onde os linguarejares do povo português são uma constante entre apontamentos do dialeto beirão, língua galega e mirandesa. Encontramos também o Olhar de um Mestre sobre a obra, pela mão do Dr. Luciano de Carvalho.

Um livro para todos os leitores que, pretendam algo diferente, algo para expurgar em "cada imagem, cada letra, cada palavra, cada linha, cada pormenor como um cânone da Criação, dado à sua contemplação. Viva-O, ame-O e Seja Feliz.

Amora Real I

No Início era... a Saga

de Helena de Mattos

Propriedade Descrição
ISBN: 9789893351956
Editor: Edição do Autor
Data de Lançamento: novembro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 165 x 240 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 250
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9789893351956

SOBRE O AUTOR

Helena de Mattos

A autora Helena de Mattos nasce em 1959, no chamado "Dia dos Mestres" - 22 de fevereiro - cidade da Guarda.
Cresce a observar o Mundo que a rodeia, e, aprende qual o seu lugar. Forja as suas ideias, os seus ideais, formula desejos, e, em silêncio, luta por cada um deles a cada dia que passa.
Caminhando pelo tumultuoso trilho das artes a veia artística/literária revela-se, aprimora-se nas suas variadas formas.
Na escrita a poesia tem lugar cativo. Escreve "POETISA DE ALMA OU SONHOS E QUIMERAS", da coleção Poetisa de Alma, já na 2ª edição, com apontamentos em francês, inglês e mandarim, porque o Mundo é uma "aldeia global".
Agora em prosa, "AMORA REAL I No início era... a Saga", coleção Terra do Azul.
O primeiro livro de uma trilogia com apontamentos de Mitologia, Religião, História de Portugal, linguarejares do povo, língua galega e língua mirandesa. Esta obra pretende pôr a nu, a problemática sobre as crianças abandonadas, sécs. XVIII/XIX.
Na música - piano. Ainda muito recente, mas a magia dos sons fá-la sonhar a cada nota musical saída do martelar uniforme dos seus dedos, nas teclas do nobre instrumento.
O canto – Fado - declarado pela UNESCO Património Cultural Imaterial da Humanidade! Helena atreve-se a entoar esta melodia ao som da viola e, da guitarra tangidas a preceito por profissionais, numa escola desta arte.
A interpretação poética é sem sombra de dúvida "a sua praia". Aí eleva-se a outros Sentires.
Foi uma das recitadoras que marcou presença, no II Festival Literário Oz – setembro 2025 - Coliseu dos Recreios em Lisboa, interpretando poesia a solo.
Prefacia e, apresenta obras literárias, entre outras atividades nesta área.

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