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Amor Líquido

de Zygmunt Bauman

editor: Relógio D'Água, novembro de 2008
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A misteriosa fragilidade dos laços humanos, os sentimentos que esta fragilidade inspira e a contraditória necessidade de criar laços e, ao mesmo tempo, de os manter flexíveis são os principais temas deste livro. Bauman analisa assim o modo como a nossa era, que ele designa por modernidade líquida, ameaça a capacidade de amar e os crescentes níveis de insegurança, tanto nas relações amorosas como nas familiares, e até no convívio social com estranhos. Zygmunt Bauman é considerado um dos mais atentos observadores das contradições do mundo actual.

Amor Líquido

de Zygmunt Bauman

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727089017
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: novembro de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 232 x 14 mm
Páginas: 202
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Sociologia
EAN: 9789727089017
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Uma reflexão sobre a afetividade e o amor

Zenaida Cochofel

“O consumo está cada vez mais rápido, fácil e descartável” (...) Esse consumo consumiu, de certa forma, o ser humano... até na forma de estar com o outro, na afetividade, no amor e na entrega. Vivemos tempos em que nada parece durar... Uma reflexão que continua muito atual.

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A realidade líquida das relações

Tiago Nogueira

O que somos? Como somos? Para quem somo? Uma leitura brilhante das relações pessoais e sociais que se fazem e desfazem à velocidade feroz do líquido que passa e desaparece. Zygmunt Bauman mostra-nos a realidade dura do nosso desinteresse pelo sentimento e humanidade das pessoas que se cruzam na nossa vida, mesmo que sejam apenas aquelas com quem nos cruzamos na rua uma vez na vida....humanidade.

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Merecedor do reconhecimento

Julie

Um livro excelente para quem é amante de psicologia. No entanto só as primeiras duas partes me interessavam (o livro está dividido em quatro) pois só essas falavam de relaçoes humanas, as restantes eram mais do contexto social. No entanto, é um livro merecedor da sua leitura.

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Ode aos Amores Atuais (Infelizmente)

Susana Pacheco

A facilidade em conectar e a dificuldade de amar na modernidade líquida, que Bauman baptizou, é-nos completamente familiar. Somos nós mesmos cínicos ao ponto de deixar o outro esvair-se por entre os nossos dedos, clicamos no delete como quem bebe um café, eliminamos pessoas sem uma palavra de despedida nem uma explicação, porque relacionar-se dá trabalho conectar-se e desconectar-se não. Uma leitura sociológica que nos faz reflectir sobre nós mesmos, os nossos circulo e conexões, por vezes tão efémeras e confusas. Num mundo que ainda procura o amor com uma imensa dificuldade em reagir perante ele, offline.

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E quando o amor é líquido?

CM

Em "o amor líquido", tomamos consciência do modo como vivemos as relações, de que forma construímos laços e partimos para ir ao encontro do outro. Este livro, é também um excelente meio para pensar no modo em como essa natural condição humana, pode estar prejudicada (fragilizada) num mundo cada vez mais "líquido".

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Sólida inquietação

Andrea Peniche

Neste livro, o autor analisa as relações amorosas - que passaram a ser conexões - e as suas dificuldades na era da "modernidade líquida", assim como as formas como estas estão a gerar níveis de insegurança cada vez maiores. Bauman procura mostrar as dificuldades de comunicação afetiva num mundo cada vez mais dinâmico, fluído e veloz, onde nada é feito para durar e a noção de longo prazo desapareceu.

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Para agentes provocadores

abiblioterapeuta.com

Não caiam na tentação de concluir que a visão de Bauman é pessimista. Diria que é, antes de mais, provocadoramente lúcida. É um chamamento para a ação, porque nos dá conteúdo sobre o qual refletir e pistas para ajustar a nossa atitude e, quiçá, mudar o nosso comportamento. É, no fundo, um texto cheio de esperança porque, como diz o autor: "A unidade da humanidade é o derradeiro horizonte da nossa história universal". Recomendo “Amor Líquido” a quem se recusa a enfiar a cabeça na areia, a quem pretende sair da sua zona de conforto para ir ao encontro dos outros, a quem procura estar neste mundo de forma consciente, a quem gosta de desafiar o status quo.

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Relações tão líquidas que escorrem como a água...

Alexandre Carvalho

O autor, um filósofo de origem polaca com 90 anos, expõe a sua análise de uma maneira simples, compreensível e próxima do cotidiano, analisando as relações amorosas e algumas particularidades da “modernidade líquida”. Vivemos tempos líquidos, nada é feito para durar, tampouco sólido. Os relacionamentos escorrem das nossas mãos por entre os dedos como a água. Baumann diz-nos coisas tão óbvias que parecem incriveis: toda a gente se quer relacionar mas todos temos medo de afectos. Nada é feito para durar, à mínima contrariedade a relação acaba, como um jarro que cai ao chão e se parte por mais bonito que seja. É isto a modernidade? Altamente recomendável para uma reflexão sobre a direcção que as relações entre pessoas está a tomar.

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Fragilidade dos laços "conectar" e "desconectar"

Fernanda de Queiroz Malheiro

Amor Líquido uma obra chave ed Zygmunt Bauman o autor elabora uma análise concentrando em relações amorosas, fornecendo material para entendermos o que é a liquidez do mundo moderno. Sobre o livro a Fragilidade dos Laços Humanos defende um paradigma que é claro em suas obras: vivemos em um mundo de incerteza, extrema insegurança em relação à duração da ordem política e à estabilidade de cada sujeito dentro da sociedade. São tempos de relações sociais frágeis, que cada vez mais se tornam relações mercantilizadas e individualizadas. estão todos jogados à responsabilidade e risco de seguirem e construírem suas vidas sem porto seguro nenhum.Neste contexto, a relação social, pautada em uma responsabilidade mútua entre as partes que se relacionam, é trocada por um outro tipo de relação que o autor chama de conexão. Retira esta palavra das análises de relacionamentos nos sites de encontros., e na pesquisa ele percebe que o grande agrado dos sites de encontros está na facilidade de esquecer o outro, de se desconectar. estabelecer responsabilidade mútua entre seus participantes, o relacionamento é frágil, assim sem o menor remorso, trocar seus parceiros por outros melhores a maior utilidade do termo “conexão” é evidenciar a facilidade de se desconectar. Para Bauman, quando a qualidade das relações diminui vertiginosamente, a tendência é tentar recompensá-la com uma quantidade absurda de parceiros.

Zygmunt Bauman

Zygmunt Bauman, sociólogo polaco, iniciou a sua carreira na Universidade de Varsóvia, onde ocupou a cátedra de sociologia geral. Em 1968 emigrou, reconstruindo a sua carreira no Canadá, Estados Unidos, Austrália e Grã-Bretanha, onde em 1971 se tornou professor titular de sociologia da Universidade de Leeds, cargo que ocupou por vinte anos. Morreu em janeiro de 2017.

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