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SINOPSE
Adeus, Niassa recorda a odisseia de três viajantes - dois uruguaios e um português - que empreendem uma viagem até à remota reserva de Niassa, esquecida durante o conflito bélico que arrasou Moçambique e é hoje custodiada por catorze mil elefantes.
A incursão em pequenas povoações remotas, a surpresa dos seus habitantes quando veem irromper no seu território uma furgoneta descomunal e a alegria de dezenas de crianças - a quem oferecem materiais escolares - que não sabem para que serve uma caneta, passam a fazer parte da viagem através desse mar de aldeias que é o Moçambique profundo.
A realidade do país vai impondo o seu próprio ritmo a um percurso cheio de incertezas. 250 mil minas terrestres por desativar disseminadas pelo território, misteriosas cerimónias em povoações cujos nomes não aparecem no mapa, permitem ao autor refletir sobre o ato de viajar e o seu escorregadio significado.
Viajante por vocação e hábil cronista das suas aventuras, Bergstein é pioneiro num género pouco cultivado no Uruguai: a literatura de viagens. Os seus livros são muito mais que crónicas: refletem o assombro do seu olhar aliado a uma curiosidade insaciável e sobretudo a uma abertura face ao desconhecido.
Para além dos seus relatos de viagens, Mauricio Bergstein publicou dois livros de poesia: Luna de papel (1982) e La última noche (1987). Participou na mostra de narrativa fantástica Estranhos e estrangeiros (1991) e na antologia Cuentos(1988). Foram publicados textos seus no El País Cultural, El Observador, Graffiti e Relaciones.
La fiesta de los dioses (2001) recorda a sua passagem pela Índia, Nepal e Indonésia enquanto La soledad del mercenário (2003) conta a sua estadia em Inglaterra e o salto para a África Negra : Zimbabué, Botsuana, o delta do Okavango e o Malawi. Em Páginas de arena (2000), premiado no Concurso Uruguaio de Literatura, o autor narra a travessia do deserto do Saara em cima de um camião que o levou da Nigéria a Marrocos.
A incursão em pequenas povoações remotas, a surpresa dos seus habitantes quando veem irromper no seu território uma furgoneta descomunal e a alegria de dezenas de crianças - a quem oferecem materiais escolares - que não sabem para que serve uma caneta, passam a fazer parte da viagem através desse mar de aldeias que é o Moçambique profundo.
A realidade do país vai impondo o seu próprio ritmo a um percurso cheio de incertezas. 250 mil minas terrestres por desativar disseminadas pelo território, misteriosas cerimónias em povoações cujos nomes não aparecem no mapa, permitem ao autor refletir sobre o ato de viajar e o seu escorregadio significado.
Viajante por vocação e hábil cronista das suas aventuras, Bergstein é pioneiro num género pouco cultivado no Uruguai: a literatura de viagens. Os seus livros são muito mais que crónicas: refletem o assombro do seu olhar aliado a uma curiosidade insaciável e sobretudo a uma abertura face ao desconhecido.
Para além dos seus relatos de viagens, Mauricio Bergstein publicou dois livros de poesia: Luna de papel (1982) e La última noche (1987). Participou na mostra de narrativa fantástica Estranhos e estrangeiros (1991) e na antologia Cuentos(1988). Foram publicados textos seus no El País Cultural, El Observador, Graffiti e Relaciones.
La fiesta de los dioses (2001) recorda a sua passagem pela Índia, Nepal e Indonésia enquanto La soledad del mercenário (2003) conta a sua estadia em Inglaterra e o salto para a África Negra : Zimbabué, Botsuana, o delta do Okavango e o Malawi. Em Páginas de arena (2000), premiado no Concurso Uruguaio de Literatura, o autor narra a travessia do deserto do Saara em cima de um camião que o levou da Nigéria a Marrocos.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789728714789 |
| Editor: | Estúdio Didáctico |
| Data de Lançamento: | novembro de 2014 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 161 x 220 x 17 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 283 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Literatura de Viagem
|
| EAN: | 9789728714789 |