Achados e Perdidos
Editor:
Gótica, abril de 2003 ‧
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SINOPSE
Depois de um jantar em que bebeu demais, um delegado da polícia aposentado deixa cair a carteira na sarjeta. Um menino de rua apodera-se dela, o que seria banal se a rua não ficasse em Copacabana e não fosse Sexta-feira à noite, o território favorito dos personagens típicos da marginalidade carioca: meninos de rua, prostitutas, polícias corruptos, pequenos chantagistas, matadores a soldo.
A cobiça despertada pela carteira e a inesperada decisão do menino de seguir o caminho tomado por ela desencadeiam acontecimentos bizarros e violentos - um estanho encadeamento de factos que inclui, naquela mesma noite, o assassínio brutal de uma prostituta.
Haverá um nexo entre essa morte e as outras que se seguirão? Eis o que preocupa Espinosa, o peculiar inspector de polícia, agora promovido a delegado e transferido para uma das delegacias de Copacabana, a dez minutos a pé do seu apartamento no bairro Peixoto.
Em Achados e Perdidos, Espinosa encontra no rude e honesto Vieira - o dono da carteira perdida - um companheiro de investigação; preocupa-se com o menino de rua, de quem nem sequer sabe o nome; enclausura-se no seu apartamento cheio de livros empilhados; desfruta do corpo da prostituta flor, que tem um fraco por delegados; e talvez se apaixone por Cristina, a pintora que expõe os seus quadros na Avenida Atlântida.
A cobiça despertada pela carteira e a inesperada decisão do menino de seguir o caminho tomado por ela desencadeiam acontecimentos bizarros e violentos - um estanho encadeamento de factos que inclui, naquela mesma noite, o assassínio brutal de uma prostituta.
Haverá um nexo entre essa morte e as outras que se seguirão? Eis o que preocupa Espinosa, o peculiar inspector de polícia, agora promovido a delegado e transferido para uma das delegacias de Copacabana, a dez minutos a pé do seu apartamento no bairro Peixoto.
Em Achados e Perdidos, Espinosa encontra no rude e honesto Vieira - o dono da carteira perdida - um companheiro de investigação; preocupa-se com o menino de rua, de quem nem sequer sabe o nome; enclausura-se no seu apartamento cheio de livros empilhados; desfruta do corpo da prostituta flor, que tem um fraco por delegados; e talvez se apaixone por Cristina, a pintora que expõe os seus quadros na Avenida Atlântida.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789727920754 |
| Editor: | Gótica |
| Data de Lançamento: | abril de 2003 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 149 x 232 x 15 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 260 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789727920754 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
Um Romance muito interessante
Carlos Santos Oliveira
De morte em morte o autor revela a violência social e humana de um grande cidade como o Rio de Janeiro, mas igualmente o sentimento de justiça, de amor e de amizade, dos que procuram investigar no interior de si mesmos a verdade. Um livro que através de vários crimes, tentar fazer sentir que a humanidade dos afectos é o sangue da vida. Um romance para ler com muita sensibilidade.
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