A Volta ao Dia em 80 Mundos

(4ª Edição)

de Julio Cortázar; Tradução: Alberto Simões

editor: Cavalo de Ferro, dezembro de 2009
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Pela primeira vez publicado em Portugal, A volta ao dia em oitenta mundos, confirma todo o génio criativo de Julio Cortázar, consubstanciado numa nova forma de fazer literatura. Cortázar rompe com o modelo clássico da narrativa e apresenta ao leitor, num único volume, uma colectânea de textos literários que abrange o conto, a poesia, o ensaio, o comentário humorístico e autobiográfico, e que tratam temas tão variados como o boxe, a política, técnicas culinárias, sadismo, Paris, entre outros. Tudo alternado com ilustrações e fotografias escolhidas pelo próprio autor. Uma das obras fundamentais da narrativa mundial, e um livro incontornável deste importante autor.

«"Brilhante, estimulante e, para mais, com ordem de leitura arbitrária.»
Ana Cristina Leonardo (24/12/2009, Actual/Expresso)

«A Volta ao Dia em 80 Mundos é um monumento, urn cruzamento entre vida e literatura e jazz.»
Hélder Beja (Janeiro 2010, Os meus livros)

A Volta ao Dia em 80 Mundos

(4ª Edição)

de Julio Cortázar; Tradução: Alberto Simões

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896231040
Editor: Cavalo de Ferro
Data de Lançamento: dezembro de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 225 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 360
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896231040
e e e e e

Muito bom

T.

Compilação de crónicas e poemas de Júlio Cortázar numa belíssima edição, abordando os mais variados temas com o estilo icónico e carismático do autor.

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Adorei

G.

Livro muito bom, aborda muitos temas com bastantes reflexões ao estilo do autor , que neste livro podemos encontrar em poemas e crónicas.

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Muito bom

T.G.

Júlio Cortázar no seu melhor, crónicas e poemas interessantes, incisivos, hilariantes e com todas as peculiaridades do universo do autor. Essencial para os amantes de Cortázar.

e e e e e

Desafiante

Sérgio Morim

Aconselho a leitura deste livro em ambiente reservado e silencioso. A escrita não é fácil, mas estamos sem dúvida perante um dos maiores vultos da literatura mundial. Julio Cortázar tem a capacidade de nos ensinar a pensar e refletir sobre os mais diversos assuntos. Uma obra prima.

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A volta a este livro é uma volta ao mundo

Cláudia Almendra

Cortázar, fiel ao seu estilo, dá-nos mais uma pérola literária para ler aos bocadinhos ou de uma assentada. Hilariante, desconcertante, surpreendente... alguns dos poucos "piropos" que se lhe podem mandar. Imperdível.

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Um livro onde se cruza a fantasia com a vida e a realidade.

Carlos Manuel Costa Teixeira

Julio Cortázar neste volume, "A volta ao dia em oitenta mundos" apresenta-nos uma coletânea de textos literários diversos: da poesia ao conto, das fábulas e do comentário autobiográfico ao ensaio, o leitor experimenta numa leitura que pode ser aleatória, a narrativa brilhante deste genial escritor. Com um estilo muito próprio, profundo nos diversos temas abordados, como política, música, culinária, a fascinação por Paris e pelo Jazz, este livro toca-nos, cruza a fantasia com a vida e a realidade.

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Em busca de um absoluto fragmentado

José Vieira

Nesta impressionante narrativa de viagens com contornos post-modernistas, Cortázar fala-nos do Jazz, de Paris, de Literatura e de amores! Com ilustrações e certos aforismos, o autor revela-nos uma nova forma de fazer literatura: quase-ecfrástica, quase-definitiva, quase-absoluta! Um livro essencial para quem quer conhecer o universo harmoniosamente fragmento deste génio caleidoscópico!

Julio Cortázar

Escritor argentino, Julio Cortazár nasceu a 26 de agosto de 1914, em Bruxelas, na Bélgica, durante uma viagem de negócios empreendida pelos seus pais. Em 1918 a família regressou a Buenos Aires, onde Cortázar veio a estudar, obtendo, em 1935, habilitações como professor do ensino secundário pela Escuela Normal de Professores Mariano Acosta. Ingressou depois na Universidade de Buenos Aires e deu aulas nas escolas secundárias de Bolívar, de Chivilcoy e de Mendonza.
Em 1944 conseguiu uma posição como professor de Literatura Francesa na Universidade de Cuyo, em Mendonza, onde se envolveu numa manifestação contra a política populista e sindicalista de Juan Domingo Peron, pelo que foi encarcerado. Posto em liberdade pouco tempo depois, viu, no entanto, vedada a sua carreira académica. Assumiu então, e em 1946, a direção de uma editora em Buenos Aires, funções que desempenhou até 1948, altura em que completou a sua licenciatura em Direito e Línguas. Cortázar passou então a trabalhar como tradutor.
Em 1949 publicou a sua primeira obra digna de interesse, Los Reyes, um longo poema narrativo em que utilizava arquétipos como o Minotauro e o Labirinto de Creta. Em 1951, época em que o regime de Peron se estabelecia como ditadura, publicou numa revista mantida por Jorge Luis Borges, a Los Anales de Buenos Aires, a sua primeira coletânea de contos, com o título Bestiário (1951).
Nesse mesmo ano, e em resultado das perseguições que lhe foram movidas, o autor optou pelo exílio, mudando para Paris, cidade que não mais abandonaria. A partir de 1952 passou a trabalhar para a UNESCO como tradutor independente.
Continuou a publicar coletâneas de contos, como Final de Juego (1956), Las Armas Secretas (1959), obra que viria a ser adaptada para cinema pelo realizador italiano Michelangelo Antonioni, com o título Blow Up, em 1966. Em 1960 consagrou-se também como romancista, com o aparecimento de Los Premios, obra em que contava o rumo de um grupo de pessoas que ganham como prémio de lotaria um cruzeiro-surpresa. O seu romance mais conhecido, Rayuela, seria publicado em 1963. A obra, original e imaginativa, influenciou significativamente a literatura da América Latina.
Em 1973 empreendeu uma longa viagem pela América do Sul, visitando países como o Peru, o Equador, o Chile e a Argentina, como investigador das violações dos direitos humanos no continente, apoiando, com os ganhos resultantes da venda das suas obras, os Sandinistas e as famílias de prisioneiros políticos.
Em 1975 lecionou, como professor convidado, nas Universidades de Oklahoma e do Barnard College de Nova Iorque. Em 1981 tomou a nacionalidade francesa e, dois anos depois, foi-lhe autorizado visitar de novo a Argentina.
Faleceu a 12 de fevereiro de 1984, em Paris. Embora seja geralmente aceite como causa da sua morte uma leucemia, existe também a opinião de que o autor tenha sido vítima de SIDA, nesse tempo ainda não diagnosticável.

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