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SINOPSE
As crianças sentem atração pelas personagens fantásticas e divertem-se ao julgar-se protagonistas de mundos imaginários. A imaginação permite-lhes viver outras realidades, muito diferentes das suas.
Este conto exalta a importância da envolvência dos pais para potenciar e alimentar a imaginacção das crianças, tão necessária para a criatividade tanto em pequenos como em adultos.
"A brincadeira entre pais e filhos, através da ficção e da fantasia, é muito importante", argumenta Gubellini que acha "fundamental" alimentar a imaginação dos mais pequenos como uma forma eficaz de eles "nunca estarem sozinhos". Para além disso, a entrega total e a cooperação dos adultos neste tipo de brincadeiras afiança que cresçam a sentir-se "amados e protegidos".
A particularidade de este monstro que visita todos os domingos o nosso protagonista inspirar simpatia, cumplicidade e afeto, transforma esta história num bom instrumento para ajudar a superar os medos infantis.
As pessoas têm medo dos nossos rugidos, e só os mais corajosos se atrevem a aproximar-se. Passamos horas a brincar no parque. (…) Vamos em busca de tesouros: fazemos buracos na areia, remexemos entre as ervas… E há sempre surpresas!
O desenlace de A visita dos domingos corrobora a advertência de que as aparências iludem e ainda que a imaginação deve estar presente em todas as facetas quotidianas de uma criança, também o retorno às normas se torna indispensável na convivência em família.
Este conto exalta a importância da envolvência dos pais para potenciar e alimentar a imaginacção das crianças, tão necessária para a criatividade tanto em pequenos como em adultos.
"A brincadeira entre pais e filhos, através da ficção e da fantasia, é muito importante", argumenta Gubellini que acha "fundamental" alimentar a imaginação dos mais pequenos como uma forma eficaz de eles "nunca estarem sozinhos". Para além disso, a entrega total e a cooperação dos adultos neste tipo de brincadeiras afiança que cresçam a sentir-se "amados e protegidos".
A particularidade de este monstro que visita todos os domingos o nosso protagonista inspirar simpatia, cumplicidade e afeto, transforma esta história num bom instrumento para ajudar a superar os medos infantis.
As pessoas têm medo dos nossos rugidos, e só os mais corajosos se atrevem a aproximar-se. Passamos horas a brincar no parque. (…) Vamos em busca de tesouros: fazemos buracos na areia, remexemos entre as ervas… E há sempre surpresas!
O desenlace de A visita dos domingos corrobora a advertência de que as aparências iludem e ainda que a imaginação deve estar presente em todas as facetas quotidianas de uma criança, também o retorno às normas se torna indispensável na convivência em família.
EXCERTOS
Ao noitecer voltamos para casa. De certeza que a mamã está a fazer o jantar. Entramos em bicos de pés, para não fazer barulho.
¿ AAAI! Porque é que me pregam estes sustos? Vocês são uns monstros!
¿ Mamã! Os monstros têm que assustar! Toda a gente sabe isso!
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9788498713336 |
| Editor: | OQO PT |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2012 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 256 x 239 x 9 mm |
| Encadernação: | Capa dura |
| Páginas: | 36 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Infantis e Juvenis
>
Livros Infantis de Ficção
|
| EAN: | 9788498713336 |
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