A Rapariga da Carta

de Emily Gunnis
Editor: TopSeller, abril de 2019 ‧
No inverno de 1956, a jovem Ivy Jenkins engravida e é enviada em desgraça para St. Margaret, uma sombria casa de acolhimento para mães solteiras, no sul de Inglaterra. A bebé é adotada contra a sua vontade, e Ivy teme nunca sair daquele lugar aterrador. Sessenta anos mais tarde, Samantha Harper, uma jornalista desesperada por um furo, depara-se com uma carta do passado, e o seu conteúdo chocante comove-a. A carta é de Ivy, uma jovem mãe que implora para ser resgatada de St. Margaret… antes que seja tarde demais. Samantha é arrastada para esta história trágica e descobre uma série de mortes repentinas e inexplicáveis em torno daquela rapariga e da sua filha.

Com o edifício antigo de St. Margaret prestes a ser demolido, Samantha tem apenas algumas horas para desvendar os terríveis segredos que aquele lugar esconde, antes que a verdade, perturbadoramente perto de si, se perca para sempre…

«Uma história envolvente, sinuosa e devastadora, que instiga à reflexão.»
Sophie Kinsella, autora bestseller

«Um livro maravilhoso, com um ritmo intenso e um enredo incrível: tudo caraterísticas de um bestseller.»
Lesley Pearse

A Rapariga da Carta

de Emily Gunnis

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898917959
Editor: TopSeller
Data de Lançamento: abril de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 230 x 22 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 352
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789898917959

De leitura obrigatória!

Sandra

Que livro! Remete-nos para uma época em que se cometeram atrocidades com a meninas/mulheres que não tiveram que as defendesse, pelo contrário, só havia quem as punice pelo simples facto de estarm grávidas. De uma descrição de levar às lágrimas mas que arrebata a nossa atenção da primeira à última página. Super recomendado.

Muito Bom

Helena Leal

Uma história muito envolvente. Comecei a ler e não consegui parar. Li este livro um dia. O mesmo aconteceu com o outro livro da mesma autora. Adorei e recomendo.

Um olhar cru sobre os conventos

Andreia

Este livro retrata a injustiça que as mulheres sofreram nos anos 50, quando eram desprezadas e negadas pelas famílias, sendo o seu castigo procurarem asilo num convento. Um olhar sobre uma sociedade machista, um olhar sobre os horrores cometidos por freiras e padres. Um livro que é uma dedicatória a todos os bebés perdidos e a todas as mulheres que ficarem sem alma. Emotivo e real.

Amei

Stephanie

É um livro bastante cativante e com uma história comovente e extraordinária. Mostra realmente uma sociedade em que infelizmente existe neste Mundo. Amei!

Viciante

Madalena Dias

Muito bom! Não consegui parar de ler ate perceber a ligação entre todas as personagens! Uma estória interessante em apenas 3 dias!

Gostei muito

Inês Oliveira

Um livro que me agarrou desde as primeiras páginas, gostei muito.

Confuso

Ana Vieira ("As Leituras da Ana")

Uma leitura que necessitei de “digerir” durante um tempinho antes de escrever sobre ele, ao contrário do que geralmente faço (escrever mal termino as leituras e antes de iniciar um outro livro). Esta estreia com a filha de outra escritora de quem até agora li duas obras, Penny Vicenzi, deixou-me pois um pouco baralhada e com alguma dificuldade em passar para o papel aquilo que senti… por um lado, posso dizer-vos que não gostei de nenhuma personagem da história, não me senti ligada ao livro (tanto que a leitura demorou mais do que o normal – mais de 1 semana - para um livro com cerca de 350 páginas), algumas partes foram um pouco “mastigadas” e numa ou noutra situação tive vontade de pôr esta leitura de parte! Até cerca da página 250, ainda sem perceber muito bem o enredo todo, senti que havia partes bastante incongruentes na história (exemplos - e desculpem alguns “spoilers” – não creio que uma pessoa como Alistair guardaria todas as cartas de uma ex-namorada com quem nunca quis nada sério e depois as entregaria a um padre; ou como é que uma criança toma o lugar de outra e ninguém, nem a mãe mesmo que adoptiva e internada no hospital se apercebe da situação; ou uma criança que chora durante uma semana - é lamechas demais até para mim!), entre tantas outras cenas meio forçadas e mal explicadas pela autora, sem querer entrar em mais pormenores para não estragar eventualmente a leitura a quem a queira fazer. Okay, okay… a capa deste livro é muito bonita; a sinopse desperta em nós a vontade de o ler, uma vez que nos parece bastante interessante; a história que “visualizei” mentalmente fez-me comprar o livro e lê-lo imediatamente, pois parecia de facto uma história muito boa! Enfim, este livro tinha todas as premissas para nos proporcionar efectivamente bons momentos de leitura, mas tornou-se maçudo e, sobretudo, confuso no que diz respeito à teia de relações entre algumas personagens, especialmente a parte genealógica que me baralhava e me deixava em pausa na leitura para tentar entender o que estava a ler (quais as relações de parentesco entre si), e também aqui achei a história de Emily muito improvável (uma avó que tem a sua própria avó ainda viva?!?...). A autora não me convenceu de todo, mas continuo interessada em ler mais alguma obra sua, assim que for publicada. Tem uma escrita bem diferente da sua mãe e achei isso interessante, porque inicialmente pensei que ia ser uma espécie de “cópia”. Por outro lado (eu disse que tinha outro lado, não disse?), também não posso dizer que não gostei. Este livro aborda um tema para o qual eu não estava familiarizada: as casas de abrigo para mães solteiras grávidas e seus filhos no Reino Unido e Irlanda e os ensaios clínicos em crianças. Quando li a nota final da autora e percebi que este romance ficcionado (que, para mim, foi mais um romance policial cuja acção se desenvolve em torno de uma vingança) tem por base factos reais, mudei um pouco de opinião relativamente a esta leitura. Ganhei interesse por mais uma matéria e, portanto, vou querer ler mais sobre o tema. Contudo, não posso deixar de lado o sentimento de confusão e algum tédio que esta leitura me imprimiu. A história é boa, sim, mas deveria ter sido trabalhada e desenvolvida de outra maneira, mais credível e verossímil. Por fim, um último registo da minha parte (e muito pessoal): quanto mais leio, mais certeza tenho da minha irreligião e do meu ateísmo! Mais uma vez a igreja católica (padres e freiras) a cometerem crimes horríveis a jovens e crianças e sem serem nunca punidos pela Lei! Nem me vou alongar mais sobre este tema para não ferir susceptibilidades com a minha opinião sobre estes assuntos polémicos que me tiram "do sério"!

Muito Bom

P.Afonso

Com um início forte que nos deixa entrever a história, mas à medida do desenrolar, somos apanhadas de surpresa como é que era possível tal coisa acontecer, e por quem tinha o dever de proteger estas mulheres. Com algumas revelações inesperadas e com personagens inesquecíveis, é sem dúvida um livro imperdível. Adorei e recomendo vivamente.

SOBRE O AUTOR

Emily Gunnis

Emily Gunnis é uma escritora inglesa, filha da autora bestseller Penny Vincenzi, que desde muito cedo ambicionou seguir os passos da mãe.
Com formação em Jornalismo, Emily trabalhou na BBC e no Daily Mirror, antes de se dedicar à escrita.
Emily vive em Sussex com o marido e as duas filhas.

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