A Rainha Descalça

de Ildefonso Falcones
Editor: Bertrand Editora, junho de 2014 ‧
Sevilha, 1748.
Quando uma jovem cigana conhece uma antiga escrava de Cuba, nem sequer imagina a importância que aquela amizade irá ter durante as perseguições ao povo cigano. Através da música e da dança, duas culturas irão misturar-se.
Uma história de traição, amor e esperança, desde uma Sevilha fervilhante e o seu povo cigano à Madrid em expansão na primeira metade do século XVIII, que marca o nascimento de uma nova arte: o flamenco.

A Rainha Descalça

de Ildefonso Falcones

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722528153
Editor: Bertrand Editora
Data de Lançamento: junho de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 233 x 31 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 728
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722528153

Mais um fantástico livro de Falcones

Maraujo

A história dos ciganos no sec XVIII em espanha. Um romance épico.

Histório e Romance

C. Correia

Recentemente estreei-me com este escritor, e revelou-se uma agradável surpresa. A Rainha Descalça, é uma história bonita e arrebatadora que nos envolve ao longo das páginas. Fascinante.

Uma leitura épica

Ana Santos

A Rainha Descalça é um grande romance histórico e uma grande leitura! Os personagens são fascinantes… através deles, descobrimos uma Espanha obtusa, preconceituosa e intolerante, mas também contraditória, onde frades se dedicam ao contrabando, ciganos lutam contra ciganos que consentem a assimilação e ex-escravas tardam em apreender o gosto da liberdade… através deles, descobrimos a origem dos ritmos musicais, tão fundamental e intimamente associados à identidade espanhola. Recomendo vivamente !!!

Recomendo

AJF

Em meados do séc. XVIII, vários milhares de comunidades ciganas viviam, um pouco por toda a Espanha, à margem da população espanhola, sobretudo na Andaluzia, Aragão e parte da Catalunha. Sobreviviam dedicando-se à prática de várias actividades ilícitas, das quais o contrabando de tabaco assumia particular relevância, pela sua importância económica. D. Fernando VI, rei de Espanha, desencadeia uma impiedosa perseguição a essas comunidades, a "Grande Rusga", que culmina com o cerco de várias cidades e a prisão de muitos milhares de ciganos. Irònicamente, pouco tempo depois, vê-se confrontado com a incapacidade logística e financeira de prover alojamento e sustento a tantos milhares de prisioneiros, sendo obrigado a libertar a quase totalidade de homens e mulheres que pouco tempo antes tinha mandado prender. E é neste contexto histórico que o autor desenvolve uma intrincada trama, feita de encontros e desencontros, dor e desespero, amor e ódio, amizade, traição, vingança e morte. Melchor, o galeote, Caridad, Milagros, Ana Vega, são alguns dos personagens que nos vão fazendo descobrir a vida e tradições ciganas, o colorido das suas festas, a sensualidade das suas danças, as suas canções, mas também os seus rígidos códigos de honra, que quase sempre faziam das navalhas que usavam à cintura, o prolongamento dos seus braços. I. Falcones revela-se, nesta obra, um escritor maduro, produtor de uma escrita bem estruturada, com personagens psicològicamente muito bem caracterizadas, um bom contador de histórias. "Canta pretinha", dizia Melchor, e Caridad cantava, e a sua voz sensual perdia-se na noite, diluida no fumo do charuto que as suas mãos enrolaram, e que ambos partilhavam... Vale bem a pena ler.

Excelente romance historico

Maria Lopes

Mais um livro deste escritor que nos transporta como num filme para uma Espanha, em tempos difíceis para os povos que viviam na Europa.

Recomendo

Beatriz

Tal como a Mão de Fátima, este autor continua a surpreender. Recomendo

Muito Bom

Elizabete Alves

Um romance fascinante e dramático, por vezes perturbador . Descrição do tempo e dos locais de forma minuciosa e intensa que nos transporta para uma Espanha dos meados do século XIII, pobre e suja, com valores morais são completamente inacreditáveis.

Fantastico

Paulo Fernandes

Uma delicia de leitura, muito preciso na descrição dos locais e do tempo. Espero pela próxima obra.

Muito bom!

Dina

Mais uma vez o fantástico Ildefonso, conseguiu-nos transportar para uma época da qual não há muito conhecimento, entrançando um enredo que nos cativa da 1ª à última folha. Fico sempre com uma grande tristeza , de cada vez que viro a última folha, pois queira mais.... Adoro este escritor e aguardo ansiosamente o próximo romance.

Fantástico

Milu Cordeiro

Cativante da primeira à última página. Grande história com tanta história.

A Raça e a Liberdade

Filomena Oliveira

Livro magnifíco de um autor que tem provas dadas. Execelentemente escrito.Tem a faculdade de transportarnos fácilmente para uma realidade e época histórica em Espanha pouco conhecidas : as grandes rusgas aos Ciganos, as consequências da libertação dos escravos , a pobreza da população e o contranbando de tabaco. Destaco ainda o papel dos Nobres e Clero na desgraça de quem nada tinha. Duas mulheres ,uma cigana e a outra escrava livre, são as figuras que nos levam a esse mundo.Recomendo vivamente a leitura deste livro que me fez sentir tristeza e alegria através destas duas Mulheres especiais.

Muito bom!

Vasco Costa

Intenso, cativante do princípio ao fim. Grande obra. Não há duas sem três. Espero ansiosamente pela próxima. Recomendo.

SOBRE O AUTOR

Ildefonso Falcones

Ildefonso Falcones, casado e pai de quatro filhos, é advogado e escritor. A Catedral do Mar, o seu primeiro romance, tem como pano de fundo a Barcelona medieval. Fenómeno editorial mundial sem precedentes, reconhecido tanto pelos leitores como pela crítica, foi publicado em mais de 40 países. Mereceu ainda vários prémios, entre eles o Euskadi de Plata 2006 para o melhor romance em espanhol, o Qué Leer para o melhor livro em espanhol do ano 2006, o prémio Fundación José Manuel Lara para o romance mais vendido em 2006, o prestigiado galardão italiano Giovanni Boccaccio 2007 para o melhor autor estrangeiro, o prémio internacional Città dello Stretto 2008 e o Fulbert de Chartres 2009. Ao seu primeiro romance seguiram-se A Mão de Fátima, galardoado com o prémio Roma 2010, e A Rainha Descalça, merecedora do prémio Pancho Cros 2013. Também lhe foi outorgado o prémio Giardini 2014. A Netflix, depois de Narcos e The Crown, elegeu A Catedral do Mar como o próximo grande projeto.
É também autor de Os Herdeiros da Terra (2017), O Pintor de Almas (2020) e Escrava da Liberdade (2023), publicados pela Suma de Letras.
Com mais de onze milhões de exemplares das suas obras vendidos em todo o mundo, Ildefonso Falcones consagrou-se como um dos escritores espanhóis mais populares da atualidade.

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