A Origem das Espécies

de Charles Darwin
Editor: PlanetaVivo, outubro de 2011 ‧
Obra mais importante e polémica de Charles Darwin, que explicou a evolução das espécies por intermédio da selecção natural. Esta publicação mudou por completo a forma de encarar os seres vivos, que eram até então considerados imutáveis e criações divinas. Darwin explicou aqui os mecanismos da evolução e as relações complexas que existem entre os seres vivos actuais e entre estes e as espécies extintas, que, apesar das muitas polémicas em torno deste tema geradas desde então, inclusive sobre a origem do homem, é hoje mais actual que nunca e considerada uma das obras mais importantes jamais produzidas pela humanidade. Prefácio do Dr. Jorge Vieira.

A Origem das Espécies

de Charles Darwin

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728923433
Editor: PlanetaVivo
Data de Lançamento: outubro de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 161 x 231 x 23 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 438
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > História e Metodologia Científica
EAN: 9789728923433

SOBRE O AUTOR

Charles Darwin

Charles Robert Darwin (Shrewsbury, 12 de fevereiro de 1809 – Downe, 19 de abril de 1882) foi um naturalista, geólogo e biólogo britânico, célebre pelos seus avanços sobre a evolução nas ciências biológicas. Juntamente com Alfred Wallace, Darwin estabeleceu a ideia que todos os seres vivos descendem de um ancestral em comum, argumento agora amplamente aceite e considerado um conceito fundamental no meio científico, e propôs a teoria de que os ramos evolutivos são resultados da seleção natural e sexual, onde a luta pela sobrevivência resulta em consequências similares às da seleção artificial. O seu livro de 1859, A Origem das Espécies, causou espanto na sociedade e comunidade científica da época, mas conseguiu grande aceitação nas décadas seguintes, superando a rejeição que os cientistas tinham pela transmutação de espécies. Já em 1870, a evolução pela seleção natural tinha apoio da maioria dos intelectuais. A sua aceitação quase universal, entretanto, não foi atingida até à emergência da síntese evolutiva moderna entre as décadas de 1930 e 1950 quando um grande consenso consolidou a seleção natural como o mecanismo básico da evolução. A teoria de Darwin é considerada o mecanismo unificador para explicar a vida e a diversidade na Terra.

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