A Odisseia de Penélope

de Margaret Atwood
Editor: Editorial Teorema, novembro de 2006 ‧

Na Odisseia de Homero, Penélope - esposa de Ulisses e prima da bela Helena de Tróia - é retratada como o modelo por excelência da esposa fiel. Ficando sozinha durante vinte anos, quando Ulisses partiu para a guerra de Tróia, depois do rapto de Helena, Penélope consegue manter, no meio das maiores adversidades, o reino de Ítaca, educar o seu caprichoso filho, e manter à distância mais de uma centena de pretendentes. Quando Ulisses finalmente regressa à casa depois de ter ultrapassado terríveis provas, derrotado monstros e dormido com deusas, mata os seus pretendentes, e - curiosamente - doze das suas criadas.
Margaret Atwood, excelente romancista bem conhecida em Portugal, numa versão contemporânea dessa velha história, dá voz a Penélope e ás suas doze criadas, estranhamente enforcadas, para narrar uma realidade outra e dar resposta a um mistério tão antigo como a nossa civilização.

A Odisseia de Penélope

de Margaret Atwood

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726956853
Editor: Editorial Teorema
Data de Lançamento: novembro de 2006
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 230 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 202
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789726956853

SOBRE O AUTOR

Margaret Atwood

Margaret Atwood é uma das mais celebradas autoras do panorama literário mundial e, além do clássico A História de Uma Serva, publicou mais de cinquenta livros de ficção, poesia e ensaio. Recebeu diversos prémios literários ao longo da sua carreira, incluindo o Booker Prize (por O Assassino Cego, em 2000, e por Os Testamentos, sequela de A História de Uma Serva, em 2019), o PEN America Lifetime Achievement Award e o The British Book Award for Freedom to Publish. Uma das mais ativas vozes na defesa pelos direitos das mulheres, na ficção e na não-ficção, está traduzida em mais de quarenta idiomas. Vive em Toronto.
Margaret Atwood recebeu, em 2022, o título de Doutora Honoris Causa, atribuído pela Universidade do Porto pela «extraordinária qualidade da sua obra literária, a importância da sua reflexão intelectual e a pertinência do seu combate público por uma sociedade mais justa, digna e sustentável».

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