A Mulher de Verde

de Arnaldur Indridason
Editor: Porto Editora, abril de 2014 ‧
ESGOTADO OU NÃO DISPONÍVEL
Venda o seu livro
Há segredos que não podem ficar enterrados para sempre…

Numa encosta perto de Reiquejavique, algumas crianças brincam junto aos alicerces de uma nova casa em construção quando, de forma inesperada, encontram uma costela humana.

A mórbida descoberta leva de imediato o inspetor Erlendur e a sua equipa da polícia científica a instalarem-se no terreno, unindo esforços para desenterrar o resto do corpo secretamente sepultado e ao mesmo tempo investigar aquele estranho caso feito de contornos brutais, escondido debaixo de terra desde o período da II Guerra Mundial.

À medida que cada osso vai sendo desvendado, também a história de violência doméstica e corrupção no seio de uma família vem ao de cima, oferecendo àquele mistério sinais cada vez mais tenebrosos de que o terror pode ser coisa de gente comum.

O caso exige toda a coragem que o inspetor Erlendur possa encontrar em si, ele que, assistindo à morte lenta da própria filha toxicodependente, que depois de abortar entra num coma profundo, não pode evitar confrontar-se com as responsabilidades de ter levado, também ele, a sua família a uma degradação quase completa.

A Mulher de Verde

de Arnaldur Indridason

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-04546-1
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: abril de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 235 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 264
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 978972004546110
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Muito bom!

Sónia

Este foi o segundo livro que li do autor. "A Voz" constituiu uma agradável leitura, mas não me encheu completamente as medidas. Achei um policial ligeiramente acima do mediano, quiçá por ter uma ideia algo peculiar dos policiais nórdicos e, aí, não a ter encontrado totalmente. Pego em "A Mulher de Verde" e com que é que eu me deparo? Com um significativo aumento qualitativo na escrita do autor, tanto nos conteúdos como na forma como nos são apresentados! Inicialmente, temos três estórias aparentemente sem um elo em comum, mas que, pouco a pouco, vão sendo vistas como um todo. Além do crime em si, que tem de ser deslindado, temos acesso à dureza das vidas das vítimas de violência doméstica, às suas infâncias tão penosas. Tão penosas como o clima que as rodeia durante todo o ano. Não espere o leitor uma escrita rica em metáforas, porque, nesta obra, tudo é tratado pelos devidos nomes, podendo causar alguma susceptibilidade a quem seja mais sensível. A dada altura, vamo-nos apercebendo do final previsível, mas isso em nada atenua a qualidade deste livro. Um autor a não perder de vista, definitivamente !

Prende bastante

Élio

Para quem gosta da frieza dos nórdicos no storytelling, este está cheio dela! Prende bastante. Este autor descreve as cenas e diálogos de uma forma bastante cinemática

Policial Islandês

Manuel Luis

Mulher de Verde descreve um crime com um fulgor emocional e uma complexidade sociológica tão grandes, acabando por conquistar-nos com o brio de uma narração épica.

ossos, drama e suspense

orlando ferreira barros

Muito bom. O autor sabe contrabalançar muito bem a acção que se desenrola em dois momentos diferentes: um passado não muito recente e um presente, ambos interagindo. É algo de novo no paradigmas dos thrillers.

Policial por excelencia

Malheiro

Os policiais que nos chegam do frio norte tem uma intensidade fora do comum. Este autor usa este recuos no tempo para construir uma historia que se vai revelando pouco a pouco. Recomenda a leitura deste e dos outros do autor. Prendem até á ultima página

Muito bom!

Sónia Ferreira

Esta série policial, por um autor nórdico, tem sido muito boa. Não é que sejam livros cheios de ação, mas os casos policiais são tão interessantes que mesmo em passo calmo, é um prazer lê-los. Este foi um livro difícil, a história do passado de que vamos lendo cenas intercaladas com o presente é horrível e perturbadora. Foi uma leitura muito boa, que manteve o interesse desde o início até ao fim. Não houve cenas desnecessárias nem é dito nada que não seja importante, tanto em relação ao caso do esqueleto encontrado, como em relação à vida pessoal de Erlendur e da sua filha.

Surpreendente livro

Luís

História apaixonante que agarra o leitor do início ao fim do livro. A história leva-nos à II Guerra Mundial, num enredo muito bem conseguido, de um autor islandês que desconhecia. Excelente livro para as férias.

SOBRE O AUTOR

Arnaldur Indridason

Arnaldur Indridason (Reiquejavique, 1961) é historiador, jornalista e crítico literário e de cinema. Durante vinte anos trabalhou para o Morgunbladid, o mais importante diário da Islândia, antes de se dedicar à escrita a tempo inteiro. Com traduções disponíveis em mais de quarenta línguas, os seus romances rapidamente se tornaram bestsellers. A sua vasta obra tem recebido inúmeros prémios, entre os quais se destacam o The Glass Key (2002 e 2003), atribuído pela Associação Escandinava do Romance Policial, e o CWA Gold Dagger.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU