A Mulher de Porto Pim

Livro de Bolso

de Antonio Tabucchi
Editor: BIS, julho de 2013 ‧
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«Toda a vida escrevi sobre a Mulher de Porto Pim, livro de cabeceira e artefacto literário que contemplo como se fosse um Moby Dick em miniatura. As suas menos de cem páginas são um bom exemplo de «livro de fronteira», um mecanismo feito de contos breves, fragmentos de memórias, diários de viagens metafísicas, notas pessoais, biografia e suicídio de Antero de Quental, fragmentos de uma história ouvida na coberta de um barco, mapas, bibliografia, bizarros textos jurídicos, canções de amor: elementos que à primeira vista não têm nada a ver entre si, sobretudo com a literatura, mas que Antonio Tabucchi transformou em ficção pura. Um livro memorável.» Enrique Vila-Matas

A Mulher de Porto Pim

Livro de Bolso

de Antonio Tabucchi

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896602444
Editor: BIS
Data de Lançamento: julho de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 122 x 188 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 96
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896602444

Tabucchi, o observador-contador

Maria Teresa Meireles

Textos interessantes, escritos com conhecimento e sensibilidade. Os textos sobre baleias (cachalotes) nos Açores - a lembrar Moby Dick - e sobre Antero são momentos altos em «Mulher de Porto Pim»

SOBRE O AUTOR

Antonio Tabucchi

Antonio Tabucchi (1943-2012) nasceu em Pisa, onde fez os seus estudos, primeiro na Faculdade de Letras e depois na Scuola Normale Superiore. Ensinou nas Universidades de Bolonha, Roma, Génova e Siena. Foi Visiting Professor no Bard College de Nova Iorque, na École de Hautes Études de Paris e no Collège de France. Publicou 27 livros, entre romances, contos, ensaios e textos teatrais. As suas obras estão traduzidas em mais de 40 países. Recebeu numerosos prémios nacionais e internacionais. Sozinho, ou com Maria José de Lancastre, traduziu para italiano a obra de Fernando Pessoa. Considerando que a sua pátria é também a língua portuguesa, escreveu um romance em português, Requiem, 1991. O seu teatro foi levado ao palco, entre outros, por Giorgio Strehler e Didier Bezace. O Fio do Horizonte, Nocturno Indiano, Afirma Pereira e Requiem foram adaptados ao cinema respetivamente por Fernando Lopes, Alain Corneau, Roberto Faenza e Alain Tanner.

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