SINOPSE
Karl, o Datilógrafo tem 87 anos quando o filho lhe dá um beijo de adeus e o deixa num deprimente lar de idosos. Em tempos, Karl escrevia as mais românticas "cartas" de amor à mulher. Agora, mais só do que nunca, passa os dias a pensar numa forma de começar a viver de novo. Num rasgo de lucidez e euforia, consegue fugir.
Agatha Pantha tem 82 anos e não sai de casa desde a morte do marido.
A coberto das cortinas e da hera da sua janela, gosta de gritar com os vizinhos, e mantém uma rotina diária tão rigorosa quanto inútil. Até ao dia em que avista uma menina solitária do outro lado da rua.
Millie, Agatha e Karl são três almas perdidas que um acaso do destino vai unir. Juntos, partem em busca da mãe de Millie e, pelo caminho, vão descobrir que as crianças podem ser sábias, que a velhice não equivale à morte, e que quebrar as regras de vez em quando pode ser a chave para a felicidade.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789892330600 |
| Editor: | Edições Asa |
| Data de Lançamento: | junho de 2015 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 155 x 234 x 19 mm |
| Páginas: | 288 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789892330600 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Os novos, os velhos e os outros
Eduarda Bandeira
O enredo é cheio de coisas que não costumam acontecer. Ou que nós achamos que não costumam acontecer - o que é que nós sabemos do mundo dos muito novos e do mundo dos muito velhos? A maneira inesperada como as personagens enfrentam e resolvem as situações vem cheia de ingenuidade, por vezes, mas de determinação, por outras e faz-nos quase querer estar lá. Há alguma inconsistência aqui e ali, mas, que importa? Faz bem ler um livro assim.
Profundo e desconcertante
Raquel Silva
Mas, ao mesmo tempo descontraído. E, no meio de tantos momentos hilariantes e cómicos, muito comovente também. Aplaudo a audácia e a mestria com que a autora conseguiu falar de tantos temas que, de alguma forma, passam a ser tabu quando associados à velhice. Inconsequências, desejo, sexo, excentricidades. A Millie tem razão, vamos todos morrer, e está tudo bem. Mas nunca antes. Nunca.
Fora da caixa
Fátima
Gostei do pensamento fora da caixa. Uma forma muito honesta de falar de luto, morte e velhice.
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