A Máquina Preservadora - 2

N.º 390

Livro 1

de Philip K. Dick
Editor: Livros do Brasil, abril de 1990 ‧
O segundo volume de A Máquina Preservadora, de Philip K. Dick, cria um ambiente obsessivo e quase paranóico, quer através de intrigas habilmente delineadas, numa sucessão premeditada de momentos terríficos, quer pela expressão de pormenores e sub-enredos, de pretextos e extravagâncias melodramáticas que empolgam o leitor.

As suas personagens lembram as figuras diáfanas dos pesadelos, e se há uma ficção-científica negra, podemos ajustar o qualificativo a Philip K. Dick como um dos mais merecidos representantes.

As descrições gelam o sangue, as preversidades sugeridas por vultos e sombras, os medos inculcados por seres e mecanismos arrepiantes, a tensão, o horror, as formas que mergulham em ondas de energia pura e os objectos intemporais que parecem flutuar num horizonte irreal contrastam com a quase congelada realidade dos objectos simples, dos insectos, dos corpos, das árvores, criando um mundo que tão depressa oscila entre um cenário fantástico como derrapa na inacção de uma figuração parada, para de novo se encher de potência e fulgor.

Índice dos Contos:

Mercado Cativo - pág. 5
Esta Triste Guerra - pág. 31
O Síndroma da Fuga - pág. 63
Os Rastejadores - pág. 97
Oh, É Tão Bom Ser um Blobel! - pág. 109
O Que Os Mortos Têm para Nos Dizer - pág. 136
Paguem ao Impressor - pág. 215

A Máquina Preservadora - 2

N.º 390

de Philip K. Dick

Propriedade Descrição
ISBN: 9789723806366
Editor: Livros do Brasil
Data de Lançamento: abril de 1990
Idioma: Português
Dimensões: 106 x 160 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 240
Tipo de produto: Livro
Coleção: Argonauta
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ficção Científica
EAN: 9789723806366
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Philip K. Dick

Philip K. Dick nasceu em Chicago, em 1928, e viveu grande parte da sua vida na Califórnia. Após frequentar a Universidade da Califórnia, da qual desistiu, deu início à sua carreira profissional como escritor de numerosos romances, ensaios e coletâneas de contos, todos no género da ficção científica. Em 1963, venceu o prémio Hugo por O Homem do Castelo Alto, ao que se seguiram outras obras, prémios e adaptações cinematográficas. É atualmente considerado um dos mais influentes escritores da segunda metade do século XX, tendo as suas ideias visionárias causado grande impacto na cultura contemporânea. Morreu em 1982, em Santa Ana, Califórnia.

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