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A Mãe

de Maksim Gorki
Editor: Edições Avante, setembro de 2018 ‧
15,00€
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A Mãe é uma obra-prima da literatura mundial, da autoria de Maksim Gorki, e que foi publicada pela primeira vez em 1907. Baseada em factos reais, retrata lutas operárias do início do século XX e particularmente o processo de tomada de consciência. Em 2018 assinalam-se os 150 anos do nascimento do autor.

A Mãe

de Maksim Gorki

Propriedade Descrição
ISBN: 9789725504741
Editor: Edições Avante
Data de Lançamento: setembro de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 141 x 209 x 44 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 380
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789725504741

A Mãe

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Emblemático por todo um conjunto de razões, o livro versa sobre um tempo de desníveis e injustiça social extrema, condições de vida (social, laboral, cultural, pessoal, familiar) difíceis de apreender ou imaginar, e se não houvesse razões literárias suficientes que justificassem a sua leitura, o mergulho histórico nos tempos de obscuridade, opressão, luta desigual e movimento embrionário de revolta e mudança que aqui se vivem seria suficiente, por si só, para a recomendar. Mas Gorki é, além do mais, um autor de calibre excepcional, sublime na construção de personagens (na elaboração de cada pensamento, sentimento, cada ímpeto, inquietação e centelha de desejo que lhes atribui), na recriação de cenários (que se desenham à nossa frente com um realismo que impressiona), na edificação da história e na atribuição de sentido, profundidade e beleza a cada linha que redige. É um livro impossível de esquecer, de um tempo que invariavelmente precisa de ser lembrado.

SOBRE O AUTOR

Maksim Gorki

Maksim Gorki, pseudónimo de Aleksei Maksimovich Peshkov, nasceu em Nizliny-Novgorod a 28 de março de 1868. Após uma infância repleta de dificuldades, exerce os mais variados mesteres, desde moço de recados a moço de cozinha num barco. Em outubro de 1889 é preso pela primeira vez, apenas por três dias. Em abril de 1891, enceta a sua primeira jornada a pé através da Rússia, que se prolonga até outubro do ano seguinte. Durante esta viagem escreve o seu primeiro conto, Makar Chudra. Em agosto de 1896, casa-se com Yekaterina Pavlovna Vozhina e dois meses depois adoece de tuberculose, mas, mesmo assim, não deixa de trabalhar. Em 1897 saem os seus dois primeiros volumes de contos. Em maio de 1898 é de novo preso, em Nizlny-Novgorod. Em fins de setembro de 1899, visita pela primeira vez Sampetersburgo. Em janeiro de 1900 tem o seu primeiro encontro com Tolstoi, e em 17 de abril de 1901 é mais uma vez preso. Em 25 de maio de 1902, é eleito sócio honorário da Academia de Letras, eleição que Nicolau II consegue que seja revogada. Em 1905, encontra-se pela primeira vez com Lenine, é novamente preso, em Riga, e segue então para o exílio, chegando aos Estados Unidos a 28 de maio de 1906, depois de uma breve passagem pela Europa. Em outubro deste mesmo ano chega a Capai. Em 1907 assiste, em Londres, ao 5.º Congresso do Partido Trabalhista Social-Democrata Russo. A 31 de dezembro de 1913 regressa a Sampetersburgo, beneficiando de amnistia, Em 1931 instala-se definitivamente em Moscovo, donde apenas sai para passar o inverno de 1935/6 na Crimeia, regressando em maio. Morre a 18 de junho de 1936.

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