A Lua no teu umbigo

(Poemas)

de Alberto Riogrande

editor: Esfera do Caos, maio de 2010
Livro intenso e sensorial sobre o amor e a paixão.
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Este livro fala-nos sobretudo da paixão. Da paixão completa e absoluta, da voragem centrípeta de dois seres que se procuram para se fundir. Fica-nos a imagem de uma fusão nuclear. Dois núcleos de matérias diferentes que, animados por uma energia exterior, concorrem inapelavelmente um para o outro até se fundirem, até gerarem, de si, um outro núcleo. E dessa fusão, desse encontro violento, uma explosão de energia, um universo de força se derrama pelas palavras do autor escritas no papel.

A Lua no teu umbigo

(Poemas)

de Alberto Riogrande

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896800062
Editor: Esfera do Caos
Data de Lançamento: maio de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 162 x 235 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Coleção: Esfera Contemporânea
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789896800062
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Gourmet...

José Paulo Costa Vasconcelos

Não é um livro qualquer. "A lua no teu umbigo" é um livro de poemas e de palavras prenhas de poesia. Mais do que um livro para ser entendido e explicado, é um livro para ser sentido e saboreado. Melhor ainda, para ser vivido e partilhado... São poemas que falam da paixão alucinada - "aluada" nas palavras do autor - temperada com o requinte de quem já não é adolescente. É um livro para gente crescida, para gente emocionalmente adulta. Não porque seja obsceno ou chocante. Longe disso! Antes o é delicado e até gentil, mas... tal como para saborear um prato gourmet é preciso ter educado o paladar, para sentir estes poemas debaixo da pele é preciso ter requintado a paixão. E há coisas que só a idade traz... "Alberto Riogrande" é pseudónimo. O autor quis refugiar-se por trás de um outro nome que faz jus à largueza das palavras e à torrente dos sentimentos; quis reservar-se num pseudónimo que reflecte a imensidão da lezíria ribatejana onde vive. Não sei por quanto tempo conseguirá continuar a esconder-se, mas pelo menos temos o seu livro. Recomendo, vivamente, a leitura destes poemas. Não se fica indiferente. Atrevo-me a partilhar convosco um poema, talvez o mais pequeno de todo o livro: Futuro indicativo Queria que toda a gente soubesse, depois dos meus olhos se fecharem, que a terra ainda estremece só dos meus olhos te sonharem.

Alberto Riogrande

Alberto Riogrande, pseudónimo. Estudou na Universidade de Coimbra. É professor na área das Humanidades. Viajou pela Europa e norte de África. Descendente de agricultores, mantém viva a matriz ancestral e o encantamento deslumbrado pela Mãe-Natureza. Admirador do mundo feminino, é um apicultor apaixonado. Nasceu numa quinta, entre duas montanhas, à beira do Mondego. A par com as palavras incendiadas, o rio, a mãe e a natureza correm pelos seus poemas. Viveu durante longos períodos na Provença, Luxemburgo, norte dos Balcãs e em Paris. Por ser admirador destas vozes, entre muitas outras, gostaria que um texto seu fosse cantado por Mariza, Luz Casal, Maria Bethânia ou KD Lang. Tem cinco irmãos e dois filhos, a mais bela e admirável criação.

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