A Guitarra Azul

de John Banville
Editor: Porto Editora, maio de 2016 ‧
Abandonado pelas musas, Oliver Orme pode já não ser um pintor, mas será sempre um ladrão. Orme não rouba por dinheiro, mas pela necessidade de reter e corrigir o mundo em seu redor e pelo prazer, quase erótico, de furtar algo aos outros; bens irresistíveis como Polly, a mulher do seu melhor amigo Marcus. Quando o caso de ambos é descoberto, com consequências irreparáveis para Marcus, Polly, Orme e a sua mulher Gloria, o culpado refugia-se na sua casa de infância, enveredando por um caminho que irá forçá-lo a enfrentar-se a si próprio em busca de redenção.
Mordaz, espirituoso, emocional e devastador, A Guitarra Azul disseca a natureza do ciúme e dos relacionamentos e revela uma vida assombrada pelo desejo da posse, permanentemente consciente da fragilidade do coração dos homens.

«Eloquente […]. Oliver tem aquele ar sarcasticamente desgraçado, típico de uma personagem de Samuel Beckett […].»

The Wall Street Journal

«A escrita de Banville está polvilhada de alusões explícitas e implícitas a Keats, Dylan Thomas, Botticelli, Coleridge, Washington Irvine, Bonnard […].»

The Independent

«Banville é o arquiteto da palavra por excelência. Todas as que aparecem neste livro foram cuidadosamente pensadas e todas são essenciais.»

Publishers Weekly

«Maravilhoso […]. Tal como em Proust ou Nabokov, os acontecimentos passados surgem refratados através de artifícios linguísticos que redimem as memórias dolorosas. Um drama poderoso […] hábil e comovente.»

The Daily Telegraph

A Guitarra Azul

de John Banville

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-04822-6
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: maio de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 240
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 978972004822610
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

John Banville

John Banville nasceu em Wexford, na Irlanda, em 1945. Na sua já vasta e premiada obra destacam-se Doutor Copérnico (James Tait Black Memorial Prize 1976), Kepler (The Guardian Fiction Prize 1981), Fantasmas, O Intocável, O Livro da Confissão (finalista do Booker Prize 1989) e O Mar (vencedor do Man Booker Prize). Em 2014, foi distinguido com o Prémio Príncipe das Astúrias das Letras.

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