A Globalização da Pobreza
Impactos das Reformas do FMI e do Banco Mundial
SINOPSE
O autor mostra como as estruturas da economia global foram fundamentalmente modificadas desde o início da década de 1980. Ele explica com detalhes de que modo as principais instituições financeiras internacionais, notadamente o FMI e o Banco Mundial, forçaram o Terceiro Mundo e, a partir de 1989, os países do Leste Europeu a facilitar essas mudanças. Discrimina as consequências de uma nova ordem financeira que se alimenta da pobreza humana e da destruição do meio ambiente, estimula o racismo e os conflitos étnicos e mina os direitos das mulheres. O resultado é uma globalização da pobreza.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9788516022129 |
| Editor: | Moderna |
| Data de Lançamento: | Janeiro de 1999 |
| Idioma: | Português, Português do Brasil |
| Dimensões: | 138 x 207 x 20 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 320 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Economia, Finanças e Contabilidade
>
Economia
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| EAN: | 9788516022129 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
A Globalização da Pobreza
Ricaro sergio
Quem ler o livro de Chossudovsky vai saber que o FMI sempre faz esse tipo de declaração triunfalista antes de incentivar os governos dos países em desenvolvimento a seguir cumprindo suas recomendações que, invariavelmente, só provocam desastres econômicos e condenam as nações não só à miséria como a uma indefinida subserviência ao capital estrangeiro. Até porque a nova ordem mundial, como diz o professor, alimenta-se da pobreza humana e da destruição do ambiente, ataca os direitos das mulheres, gera apartheid social e incentiva o racismo e os conflitos étnicos. Vive, principalmente, da acumulação financeira resultante de transações especulativas que se alicerçam na pobreza e nos baixos salários pagos no Terceiro Mundo. Do Brasil, entre outras coisas, Chossudovsky faz um retrospecto da atuação do FMI desde o desastrado governo Collor (1990-1992), mostrando que a cobrança da dívida nunca foi o principal objetivo do organismo. “Os credores internacionais do Brasil queriam assegurar-se de que o país permaneceria endividado no futuro e de que a economia e o Estado seriam reestruturados a seu favor, através da pilhagem continuada dos recursos naturais e do meio ambiente, da consolidação de uma economia de exportação dependente de mão-de-obra e da aquisição por parte do capital estrangeiro das empresas estatais mais lucrativas”, diz. E assim se deu.
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