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A Filha do Regedor

de Andrea Vitali

editor: Porto Editora, março de 2010
Um romance satírico sobre o quotidiano de um dos períodos mais conturbados da História de Itália.

1931. Enquanto a Itália dá os primeiros passos no fascismo, uma pequena cidade situada nas margens do lago de Como está em polvorosa.
Agostino Meccia, o regedor de Bellano, está determinado a implementar na localidade um projeto ambicioso: uma linha de hidroaviões que ligará Como, Lugano e Bellano. O empreendimento dará prestígio à sua administração, atrairá uma multidão de turistas e fará a inveja dos municípios vizinhos. Uma ideia brilhante... não fosse um problema de tesouraria. Porém, contra todas as contestações, Agostino Meccia não se coíbe de exercer o seu poder totalitário, recorrendo aos fundos reservados do município para levar os seus planos avante. Tudo parece estar a correr-lhe de feição, até que as complicações começam a surgir...

Por outro lado, a súbita paixão entre a sua filha, a jovem Renata, e Vittorio, o filho do padeiro Barbieri, ameaça trazer a lume um segredo que porá em causa a honra de ambas as famílias.

Entre escândalos e intrigas, paixões e fraquezas, Andrea Vitali faz desfilar diante do leitor uma miríade de personagens de opereta que compõem este retrato picaresco e absorvente da Itália dos anos 30.

Prémio Bancarella 2006

A Filha do Regedor

de Andrea Vitali

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-04196-8
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: março de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 145 x 230 x 31 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 352
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 978972004196810
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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A filha do Regedor

Maria da Conceição Romão

Conta-nos as peripécias , encontros e desencontros vividos numa vila situada junto ao lago Como - Itália. Irónico e divertido. Para ler , descontraidamente , nas férias.

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A filha do regedor

Manuel Rui Meira Vieira

Gostei da história, gostei dos personagens e do desenvolvimento da mesma. Tem uma leitura fácil, não chata.

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A filha do regedor

Eva Laginha

Esta obra é a única publicada, até ao momento, em Portugal, mas, Andrea Vitali é um escritor com muitos títulos saídos do prelo e alguns prémios no registo. Daí a minha tentação em pegar na obra. Não saí defraudada com esta leitura. Como médico que é, digamos que o texto que Vitali escreveu é como que uma tomada de pulso do viver quotidiano da população de uma pequena localidade italiana, que ele conhece bem, porque tem aí as suas raízes e vivências. É sobre Bellano, uma comuna da região da Lombardia, situada na margem oriental do lago Como, que escreve em “A filha do regedor”. Diante de nós, desfilam estórias diversas e entrelaçadas, protagonizadas por pessoas comuns que, num meio pequeno, sempre confraternizaram e se conhecem bem. A ação situa-se nos anos trinta do século passado, em plena ascensão e domínio do poder fascista de Mussolini. A narrativa gira à volta de dois polos de interesse. Trata-se de um retrato de época e a novidade, para mim, centrou-se no tipo de escrita com que se escrevem capítulos muito breves. A leitura torna-se muito rápida e o livro esgota-se, sem que nos demos conta. O escritor insere comentários e observações de humor e ironia, tornando a leitura agradável e interessante, leve e divertida; algo melancólica também, sobre um mundo que, com os seus defeitos e virtudes, não volta mais.

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La figlia del podestà

Sara

Apesar de ter mais de 300 páginas é um livro que se lê num ápice, pelos capítulos curtos, prosa fluida, laivos humorísticos e pela forma cativante como o autor vai dispondo as histórias das suas personagens ao longo do livro.

Andrea Vitali

Andrea Vitali nasceu em 1956 em Bellano, na margem oriental do lago de Como, onde ainda hoje trabalha como médico. O seu primeiro romance, Il Procuratore, apareceu em 1990. Publicou a partir daí numerosas obras, que o tornaram extremamente popular e lhe valeram variados prémios, entre eles o Grinzane Cavour e o Bancarella. Em 2008 foi-lhe atribuído, como reconhecimento por toda a sua obra, o prémio literário Bocaccio. Os seus livros estão traduzidas em dez países.

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