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SINOPSE
Este novo Blake e Mortimer, agora também em português, suscitou grande expectativa. A forma encontrada pelos editores para dar uma “segunda vida” à famosa dupla, surgiu em 1996, com desenhos de Ted Benoît e texto de Jean Van Hamme. Nessa altura anunciou-se um segundo álbum com a assinatura dos mesmos artistas. Mas a longa demora de Benoît acaba por levar o editor a encontrar uma segunda equipa, escolhendo o desenhador André Juillard e o argumentista Yves Sente, tendo Jean Van Hamme funcionado como consultor. A cor é da responsabilidade de Didier Conrad.
Há quem seja contra, e diga que esta fórmula acaba por ficar muito longe do trabalho desenvolvido por Jacobs, o criador da dupla, e há quem goste bastante e ache que continua a encontrar-se aqui “a verdadeira dimensão de Blake e Mortimer”, com a mesma “magia do desenho”, “as cores cúmplices”, “o argumento apaixonante” (Henri Filippini, citado por Carlos Pessoa, Público, suplemento “Mil Folhas”).
A história, contada em 60 e poucas pranchas, começa nos anos 50, altura da guerra fria e da luta pela conquista do espaço entre o Ocidente e o bloco leste. Uma equipa encarregada de recuperar os destroços de um foguetão atingido por um meteorito num cosmódromo soviético é exterminada por um estranho vírus, que veio do espaço. Um oficial do KGB, a quem foi confiada a tarefa de isolar esse vírus, guarda algumas amostras para aniquilar alguns dirigentes que se opunham no Kremlin à estratégia de afrontamento ao Ocidente.
«Um Blake e Mortimer é sempre um Blake e Mortimer e não há muitas razões para acreditar que a “boa estrela” que tem acompanhado a série (...) se tenha desvanecido.» Carlos Pessoa, Público, suplemento “Mil Folhas”
Há quem seja contra, e diga que esta fórmula acaba por ficar muito longe do trabalho desenvolvido por Jacobs, o criador da dupla, e há quem goste bastante e ache que continua a encontrar-se aqui “a verdadeira dimensão de Blake e Mortimer”, com a mesma “magia do desenho”, “as cores cúmplices”, “o argumento apaixonante” (Henri Filippini, citado por Carlos Pessoa, Público, suplemento “Mil Folhas”).
A história, contada em 60 e poucas pranchas, começa nos anos 50, altura da guerra fria e da luta pela conquista do espaço entre o Ocidente e o bloco leste. Uma equipa encarregada de recuperar os destroços de um foguetão atingido por um meteorito num cosmódromo soviético é exterminada por um estranho vírus, que veio do espaço. Um oficial do KGB, a quem foi confiada a tarefa de isolar esse vírus, guarda algumas amostras para aniquilar alguns dirigentes que se opunham no Kremlin à estratégia de afrontamento ao Ocidente.
«Um Blake e Mortimer é sempre um Blake e Mortimer e não há muitas razões para acreditar que a “boa estrela” que tem acompanhado a série (...) se tenha desvanecido.» Carlos Pessoa, Público, suplemento “Mil Folhas”
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789724515410 |
| Editor: | Meribérica / Liber |
| Data de Lançamento: | abril de 2001 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 231 x 299 x 4 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 64 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Banda Desenhada
>
Policial
|
| EAN: | 9789724515410 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
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