A Comuna de Paris e a 1.ª Internacional revisitadas em Portugal

de Alberto Vilaça
Editor: Campo das Letras, fevereiro de 2006 ‧
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Neste livro reúnem-se vários estudos, quer de divulgação, quer de investigação, sobre a Comuna de Paris em geral e alguns dos seus aspectos específicos, bem como sobre a Associação Internacional dos Trabalhadores (1.ª Internacional) e as repercussões e influências conexas de uma e outra no nosso país, tanto imediatas como posteriores.
É dado particular relevo às presenças de alguns «communards» em Portugal e a outros aspectos, como a defesa da Comuna por José Falcão e a consequente perseguição por este sofrida, os ulteriores atentados contra Louise Michel e Pinheiro Chagas e ainda a actividade e a verdadeira identidade de José Fontana.

Incluem-se também autógrafos e outros textos inéditos ou mal conhecidos entre nós, de maior ou menos extensão, nomeadamente de José Fontana, Nobre França, Vasco Gonçalves e Karl Marx.

O livro insere igualmente uma extensa e nunca tentada bibliografia portuguesa sobre a Comuna de Paris, além de alguma estrangeira, e abundante e interessante iconografia, quase inteiramente da própria época.

A Comuna de Paris e a 1.ª Internacional revisitadas em Portugal

de Alberto Vilaça

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896250058
Editor: Campo das Letras
Data de Lançamento: fevereiro de 2006
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 220 x 14 mm
Páginas: 196
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > História > História em Geral
Livros em Português > Política > Política em Geral
EAN: 9789896250058
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Alberto Vilaça

Nasceu em 1929, em Coimbra, onde exerceu a profissão de advogado. Pertenceu ao Conselho Cultural e à Direcção Geral da Associação Académica de Coimbra, respectivamente em 1949-50 e 1950-51. Foi presidente da Assembleia Geral do Ateneu de Coimbra (1952-55 e 1967-71). Desenvolveu sempre intensa actividade antifascista, tendo designadamente pertencido às comissões centrais do MUD Juvenil e do MND e à Comissão Nacional do III Congresso da Oposição Democrática. Foi preso seis vezes pela PIDE, somando ao todo quatro anos e meio de prisão. Após o 25 de Abril, presidiu à Junta Distrital de Coimbra (1974-75) e fez parte da Assembleia Municipal desta cidade (1978-79 e 1983-89). Tendo aderido ao PCP em 1949, é actualmente um dos elementos da respectiva direcção da Organização Regional de Coimbra, bem como da direcção local do Sector Intelectual. Pertence a várias colectividades populares e culturais, sendo sócio-fundador da Associação Promotora do Museu do Neo-Realismo e membro do seu Conselho Fiscal. Publicou vários livros e colaborou em diversos periódicos. Tem feito algumas palestras e coordenado debates sobre diversos temas, nomeadamente, a Comuna de Paris, o Neo-Realismo, José Falcão, a II Guerra Mundial, o MUD Juvenil, o 25 de Abril, a censura fascista, Bento Jesus Caraça ou o inquilinato. Foi condecorado pelo Presidente da República, Grande Oficial da Ordem da Liberdade.

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