SINOPSE
«A Biblioteca de Alexandria, doze monólogos mais um, é um livro que fala por vozes emprestadas. Vozes que, como os meteoritos de Harold Urey (o Prémio Nobel da Física que descobriu a água pesada e o deuterium e que em 1965 publicou um artigo onde defendia que muitos meteoritos provinham do nosso satélite), chegaram da Lua, com a sua estranheza, possessão e nível freático intactos.[...]»
«Não há em nenhum texto propósito caricatural. Os textos tentam captar a dicção ou o que em cada uma das personagens lhes é imóvel e, com maior ou menor fortuna, empreendem um jogo mimético [...]» (do prefácio de António Cabrita)
«Não há em nenhum texto propósito caricatural. Os textos tentam captar a dicção ou o que em cada uma das personagens lhes é imóvel e, com maior ou menor fortuna, empreendem um jogo mimético [...]» (do prefácio de António Cabrita)
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789722114424 |
| Editor: | Editorial Caminho |
| Data de Lançamento: | abril de 2002 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 135 x 213 x 6 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 124 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | O Campo da Palavra |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789722114424 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
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