A Arte De Amar

de Ovídio
idioma: português do brasil
Editor: Alvorada/Martin Claret, Janeiro de 2003 ‧
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Mestre da poesia latina, Ovídio influenciou com seus versos, cheios de suavidade e harmonia, autores tão diversos como Dante, Chaucer, Milton e Shakespeare. Por volta do ano 1 a.C. publicou Ars Amatoria (A Arte de Amar), autêntico tratado sobre a sedução e o jogo amoroso. Desse período é também Remedia Amoris (Os Remédios do Amor), também presente neste volume.

A Arte De Amar

de Ovídio

Propriedade Descrição
ISBN: 9788572325684
Editor: Alvorada/Martin Claret
Data de Lançamento: Janeiro de 2003
Idioma: Português do Brasil
Dimensões: 120 x 184 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 133
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obra-Prima De Cada Autor
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9788572325684

SOBRE O AUTOR

Ovídio

Públio Ovídio Nasão nasceu em Sulmo, a atual Sulmona, a 20 de março de 43 a.C. Cedo entrou nos meios literários de Roma e se tornou próximo dos melhores poetas de então. Assim teve início o seu percurso pela poesia amorosa e erótica, que o levaria, sucessivamente, a compor as Heróides, a Arte de amar, os Remédios contra o amor, os Tratamentos para a beleza da mulher. Em meio de tão grande sucesso e quando nada o fazia prever, atingiu-o um duro golpe da fortuna, súbito e inesperado: Augusto, em 8 a. C., expulsou-o de Roma e condenou-o ao exílio, em Tomos, nos confins do Império, no atual território da Roménia. E, já em Tomos, foi compondo cartas que tinham por destinatários a esposa, os amigos, a família que em Roma ficara. Organizou-as em duas coletâneas: os Tristes, primeiro, ou, talvez, numa tradução mais fiel, Cantos de tristeza, e, mais tarde, as Cartas do Ponto. Em uma e outra abundam poemas de queixume, de tristeza, um canto doentio e monótono, de quem sente fugir-lhe a inspiração para tudo o mais que não seja a celebração da sua própria dor. A qualidade estética desses poemas tem dividido os estudiosos; seja como for, porém, a verdade é que, com essas coletâneas, Ovídio inaugurou uma nova modalidade de poesia, a que poderíamos, sem exagero, chamar "poética do exílio".

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