Stravinsky: Chant Funèbre/Le Sacre Du Printemps - CD Music

by Igor Stravinsky
label: Decca Classics, January of 2018 ‧
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ALIGNMENT


Disco 1
01 - Chant Funèbre, Op. 5
02 - Feu D'artifice, Op. 4
03 - Scherzo Fantastique, Op. 3
04 - La Bergère
05 - Le Faune
06 - Le Torrent
07 - Introduction
08 - Les Augures Printaniers - Danses Des Adolescentes
09 - Jeu Du Rapt
10 - Rondes Printanières
11 - Jeux Des Cités
12 - Cortège Du Sage
13 - Le Sage
14 - Danse De La Terre
15 - Introduction
16 - Cercles Mysteriéux Des Adolescentes
17 - Glorification D'élue
18 - Évocation Des Ancêtres
19 - Action Rituelle Des Ancêtres
20 - Danse Sacrale: L'élue

Stravinsky: Chant Funèbre/Le Sacre Du Printemps - CD

by Igor Stravinsky

Property Description
label: Decca Classics
Release Date: January of 2018
Dimensions: 125 x 140 x 8 mm
Format: Music
Categories: Classic > Classic
EAN: 0028948325627
Number of disks: 1
Format: CD / Album

ABOUT THE ARTIST

Igor Stravinsky

Igor Stravinsky foi um dos compositores mais influentes do século XX, nascido a 17 de junho de 1882 em Oranienbaum (atual Lomonosov), Rússia, e falecido a 6 de abril de 1971 em Nova Iorque, Estados Unidos. Stravinsky é amplamente reconhecido pela sua inovação e pela capacidade de transformar o panorama da música clássica através de suas obras, que frequentemente desafiavam as convenções musicais da sua época.

Stravinsky ganhou notoriedade internacional com a sua colaboração com os Ballets Russes, uma companhia de balé dirigida por Sergei Diaghilev. Foi para esta companhia que ele compôs três das suas obras mais célebres: O Pássaro de Fogo (1910), Petrushka (1911) e A Sagração da Primavera (1913). A Sagração da Primavera, em particular, causou grande controvérsia na sua estreia em Paris devido à sua música dissonante e rítmica complexa, bem como pela coreografia inovadora de Vaslav Nijinsky. Esta obra é frequentemente citada como um marco na história da música e um ponto de viragem na música moderna.

Ao longo da sua carreira, Stravinsky demonstrou uma incrível capacidade de adaptação e reinvenção. Ele passou por várias fases estilísticas distintas, incluindo o uso de estilos neoclássicos nos anos 1920 e 1930, onde buscou inspiração na música do passado, especialmente dos períodos barroco e clássico. Obras como a Sinfonia dos Salmos (1930) e Pulcinella (1920) exemplificam este período neoclássico.

Na última fase da sua vida, Stravinsky abraçou o serialismo, uma técnica associada a compositores como Arnold Schoenberg, que envolve o uso de séries de doze tons. A sua obra Agon (1957) é um exemplo desta fase, mostrando sua habilidade em assimilar novas técnicas composicionais.

Além de ser um compositor prolífico, Stravinsky foi também um maestro respeitado e autor de vários escritos sobre música. Ele deixou uma marca indelével na música do século XX, não apenas através das suas composições, mas também pela sua influência sobre outros compositores e músicos. A sua habilidade de inovar constantemente, mantendo uma profundidade emocional e intelectual na sua música, garantiu-lhe um lugar como uma das figuras mais importantes da história da música clássica.

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