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Sparks Live On the Moon - Vinil Music

by Sparks
label: Transgressive Records, September of 2026 ‧
48,46€
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ALIGNMENT


Disco 1
01 - So We May Start (Live On the Moon)
02 - Do Things My Own Way (Live On the Moon)
03 - Reinforcements (Live On the Moon)
04 - Academy Award Performance (Live On the Moon)
05 - Goofing Off (Live On the Moon)
06 - Beat the Clock (Live On the Moon)
07 - Please Don't Fuck Up My World (Live On the Moon)
08 - Running Up a Tab at the Hotel for the Fab (Live On the Moon)
09 - Suburban Homeboy (Ron Speaks Version) [live On the Moon]
10 - All You Ever Think About Is Sex (Live On the Moon)

Disco 2
01 - Drowned in a Sea of Tears (Live On the Moon)
02 - JanSport Backpack (Live On the Moon)
03 - Music That You Can Dance To (Live On the Moon)
04 - When Do I Get to Sing 'My Way' (Live On the Moon)
05 - The Number One Song in Heaven (Live On the Moon)
06 - This Town Ain't Big Enough for Both of Us (Live On the Moon)
07 - Whippings and Apologies (Live On the Moon)
08 - Lord Have Mercy (Live On the Moon)
09 - The Girl Is Crying in Her Latte (Live On the Moon)
10 - All That (Live On the Moon)

Sparks Live On the Moon - Vinil

by Sparks

Property Description
label: Transgressive Records
Release Date: September of 2026
Dimensions: 313 x 316 x 14 mm
Format: Music
Categories: Alternative/Indie > Indie
EAN: 5063176116130
Number of disks: 2
Format: Vinyl / 12" Album Coloured Vinyl

ABOUT THE ARTIST

Sparks

Sparks é uma banda icónica de pop e rock experimental, formada em 1967, em Los Angeles, Califórnia, pelos irmãos Ron Mael (teclados) e Russell Mael (vocalista). Conhecidos pela sua abordagem excêntrica e inovadora à música pop, os Sparks misturam letras inteligentes e muitas vezes irónicas com arranjos musicais sofisticados e uma teatralidade única, o que lhes valeu uma legião de fãs fiéis e o estatuto de uma das bandas mais influentes e singulares da música contemporânea.

Originalmente chamada Halfnelson, a banda lançou o seu álbum de estreia homónimo em 1971, mas foi com a mudança para o nome Sparks e o lançamento de Kimono My House (1974) que alcançaram notoriedade internacional. Este álbum, um marco do glam rock, incluiu o grande sucesso "This Town Ain't Big Enough for Both of Us", que se tornou um dos seus maiores hinos. A mistura de vocais dramáticos de Russell e as composições ousadas de Ron estabeleceu o som característico da banda.

Ao longo das décadas, os Sparks reinventaram-se constantemente, explorando uma vasta gama de estilos musicais, incluindo disco, synth-pop, new wave e rock sinfónico. Álbuns como No. 1 in Heaven (1979), produzido por Giorgio Moroder, marcaram uma viragem para a música eletrónica, enquanto Angst in My Pants (1982) e Gratuitous Sax & Senseless Violins (1994) mostraram a sua capacidade de se manterem relevantes em diferentes eras musicais.

A banda continuou a desafiar as expectativas com álbuns como Lil' Beethoven (2002), que fundiu elementos de música clássica com pop experimental, e Hippopotamus (2017), que recebeu aclamação crítica e mostrou que a criatividade dos irmãos Mael continua inabalável. Em 2021, lançaram Annette, uma banda sonora para o filme musical homónimo, realizado por Leos Carax, que venceu o prémio de Melhor Banda Sonora no Festival de Cannes.

Sparks é amplamente reconhecida pela sua influência em artistas e bandas de várias gerações, desde Queen a Depeche Mode, The Smiths e Franz Ferdinand, com quem colaboraram no projeto FFS (2015). A sua longevidade e inovação foram celebradas no documentário The Sparks Brothers (2021), realizado por Edgar Wright, que trouxe a banda a uma nova audiência global.

Com uma carreira de mais de cinco décadas e uma discografia recheada de álbuns inovadores e canções memoráveis, Sparks continua a ser um exemplo de criatividade e reinvenção no mundo da música, conquistando fãs novos e antigos com o seu estilo único e irreverente.

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